Odebrecht “acertou repasse” de R$ 50 mi ao Aécio​

Odebrecht “acertou repasse” de R$ 50 mi ao Aécio​

O Mineirinho lembra o Serginho Cabral

Segundo a Fel-lha, o Mineirinho, da lista de alcunhas da Odebrecht, mordia com o apetite do Serginho Cabral: não escapava uma!

E como disse o Lindbergh à TV Afiada, o Mineirinho mordia fora da Caixa, fora das campanhas eleitorais, porque tomou dinheiro na Cidade Administrativa de Minas!
Um portento!

Como o Careca, que tomou dinheiro na Suíça: não é Caixa Dois, porque não consta que ele tenha sido candidato a prefeito de Genebra (onde ficam uns bancos…).

Ao “acerto”, na reportagem de Bela Megale e Mario Cesar Carvalho:

O ex-presidente da Odebrecht Marcelo Odebrecht e outros executivos do grupo disseram em acordo de delação premiada que acertaram junto com a Andrade Gutierrez o repasse de R$ 50 milhões ao senador Aécio Neves (PSDB-MG) após vencerem o leilão para a construção da hidrelétrica Santo Antônio, em Rondônia, em dezembro de 2007.

Executivos que complementaram o depoimento de Marcelo afirmaram que a Odebrecht se comprometeu a pagar R$ 30 milhões, enquanto a Andrade Gutierrez se encarregou dos R$ 20 milhões restantes.

(…) À época do leilão da usina Santo Antônio, no rio Madeira, em 2007, Aécio, embora fosse um dos principais nomes de oposição ao governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que licitou a usina em Rondônia, estava no seu segundo mandato como governador de Minas Gerais e tinha sob seu comando uma das empresas que integravam o consórcio que ganhou a disputa, a Cemig (Companhia Energética de Minas Gerais). A empresa de energia é controlada pelo governo mineiro até hoje.

Embora fora do governo federal, o tucano também mantinha influência sobre o principal investidor da usina, a empresa Furnas.

Essa relação é apontada por políticos como o ex-deputado Roberto Jefferson e o ex-senador Delcídio do Amaral, além de um lobista do PT que foi preso pela Lava Jato, Fernando Moura.

Conversa Afiada

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