Greve decretada: ou os patrões cumprem acordo coletivo, ou os vigilantes entram em greve

Greve decretada: ou os patrões cumprem acordo coletivo, ou os vigilantes entram em greve

Os vigilantes rejeitaram a proposta do sindicato patronal e deram o último prazo até a próxima quinta-feira, 30 de março, para os empresários apresentarem uma proposta aceitável. Por unanimidade, a categoria decretou a greve caso não haja proposta viável até lá.

A proposta apresentada hoje na conciliação com o Ministério Público do Trabalho não cumpria o acordo coletivo de reajuste de 6,58%, instituía o vigilante horista e praticamente extinguia o plano de saúde.

“Esperamos que os empresários voltem atrás e enviem uma proposta decente que respeite a convenção coletiva até a próxima quinta-feira”, afirmou o deputado Chico Vigilante (PT) ao término da reunião.

Chico Vigilante explicou que, de acordo com a proposta dos patrões, o vigilante horista teria rendimentos de cerca de um terço do que recebe o vigilante mensalista. O deputado lembra que, no Paraná, aonde foi adotada essa modalidade, os horistas recebem míseros R$ 600 por mês.

Na audiência de hoje, ficou acertado que, na próxima quinta-feira, dia 30, às 15h, o Ministério Público do Trabalho vai intermediar a última e decisiva conciliação entre as partes.

Também ficou decidido que, na terça-feira, será realizada no sindicato patronal uma reunião na tentativa de construir uma proposta viável para ambas as partes.

Amanhã, sexta-feira, o Sindicato dos Vigilantes vai comunicar aos bancos e órgãos contratantes de serviço a decisão de greve caso não haja avanço até a quinta-feira.

A assembleia foi transmitida ao vivo pela página oficial de Chico Vigilante no Facebook.

A íntegra está disponível em (facebook.com/chicovigilanteoficial)

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Chico Vigilante, deputado distrital (PT)

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