Lar para crianças em Ceilândia precisa de doações e pede ajuda

Lar para crianças em Ceilândia precisa de doações e pede ajuda

O lar Bezerra de Menezes, em Ceilândia, acolhe há mais de cinco anos crianças órfãs, que são retiradas de suas famílias pela Vara de Infância e da Juventude por diversos motivos. Atualmente, 20 pequenos estão abrigados no local, entre eles sete recém-nascidos. Agora, o lar precisa da ajuda de doações para dar continuidade aos trabalhos.
Segundo a coordenadora Valdirene Matias, de 44 anos, o local precisa de doações rotineiramente. No momento, os itens mais urgentes são os leites: Aptamil Pepti, Ninho e Nan 1, sendo este último o mais indispensável. “Temos recém-nascidos que precisam muito do Nan 1, pois não podem ingerir outro tipo de leite. Por dia, utilizamos duas latas grandes, o consumo é enorme”, relatou Valdirene.
O projeto não recebe nenhuma ajuda governamental e se mantém com o apoio da população. “Todas as doações partem de pessoas que se comovem com o nosso projeto e nos procuram para ajudar”, pondera a coordenadora.
As crianças contam com o apoio de 15 funcionários que trabalham no local. “Atualmente vivem 20 crianças aqui. Precisamos ajudá-las e dar os alimentos necessários para elas. Portanto, não temos vergonha de pedir e não medimos esforços para conseguir os nossos objetivos. Estamos sempre correndo atrás”, pontuou.
Além das latas de leite, o abrigo precisa de frutas, legumes, fraldas de todos os tamanhos e materiais higiênicos. “Qualquer doação é bem-vinda! Estamos abertos para todo tipo de ajuda”, desabafou Valdirene. Apesar de todas as dificuldades, a coordenadora segue confiante na ajuda da população. “As pessoas do Distrito Federal são bem acessíveis e estão sempre dispostas a nos ajuda. Sei que logo conseguirei todas as doações”, comemorou.
Ajuda
Quem quiser ajudar o Lar Bezerra Menezes pode entrar em contato com a coordenadora do local, Valdirene Matias, pelo telefone: (61) 9 9963-5592 ou fazendo uma visita ao abrigo, localizado na QNN 05, Conjunto M, Casa 16, Ceilândia
Por Jornal de Brasília

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