Editorial Jeová Rodrigues

O presidente do TRF- 4, que se reuniu nesta segunda (15), com a ministra Cármen Lúcia presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), aproveitou para comunicar oficialmente a mesma, que os desembargadores que irão julgar o presidente, passaram a receber algumas ameaças com a aproximação do acontecimento marcado para 24 de janeiro em Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul.
Ele disse à Cármen Lúcia, que os colegas já estão tratando de afastar seus familiares mais próximos para outras localidades fora da capital do Rio Grande do Sul, pois temem pela vida dos mesmos.

O problema é que essas ameaças estariam sendo feitas por telefone, cartas e outros meios. O que chama a atenção é que o TRF- 4, faz questão de esconder o teor e de onde estariam partindo tudo isso, diga- se de passagem, que é muito estranho, reclamou o vice-presidente nacional do PT, Alexandre Padilha.
De acordo com a fonte, a ministra Cármen Lúcia estaria extremamente preocupada com essas informações e como também com o evento em si, que deverá reunir cerca de 50 mil pessoas.
Esse fato das possíveis ameaças igualmente, foi comunicado no início da noite desta segunda (15), à Procuradoria Geral da República (PGR), através dos desembargadores do referido Tribunal.

Segundo observadores políticos, o TRF- 4, estaria querendo provocar com isso o chamamento de Tropas Federais, o que já foi descartado pelo ministro da Defesa Raul Jungmann e pelo comandante Geral das Forças Armadas, inclusive esse último alegando inconstitucionalidade na solicitação.

O problema é que a cúpula do Poder Judiciário, brincou muito com o fato e permitiu que comandados, fizessem um julgamento cheio de vícios, onde o MP e o próprio juiz de Curitiba, tomaram essas investigações como um capricho pessoal e segundo grandes juristas, passaram por cima das leis, inclusive da Constituição.

A posição da Lava Jato foi tão radical e parcial na opinião dos conhecedores do direito, que deixou a população brasileira convicta de uma perseguição política ao ex-presidente, e não um julgamento jurídico.

Os lulistas e petistas em todo Brasil, se manifestaram publicamente por diversas vezes, demonstrando uma revolta inconteste com a posição da Lava Jato, que deixou a imparcialidade de lado e acabou sem punir figuras do PSDB, DEM e outros, comprovadamente criminosos (propineiros), para direcionar todas as forças contra o PT, Lula e seus aliados políticos.

Falta de aviso e apelo aos ministros: Cármen Lúcia presidente do STF, Edson Fachin relator da operação na Suprema Corte e Raquel Dodge da PGR, não faltou. Só que os mesmos fizeram ouvidos de mercador, inclusive negando praticamente tudo que Lula solicitou através de seus advogados.

O povo perdeu a paciência e resolveu partir para cima, demonstrando que não irá permitir uma condenação de Lula em um julgamento político e não jurídico, como deixam transparecer.

Lula é inocente, pois não existe uma prova contra o mesmo, só convicção, fé e documentos ideologicamente falsos, o que não vale nada.

Se a justiça não atendeu aos apelos feitos por Lula e seu advogados, através de recursos, e nem deu atenção aos reclames do povo que se manifestou nas ruas, praças e redes sociais, então, por que agora esse medo de gente organizada?

O povo já está decidido: Lula não pode ser condenado sem provas e se isso acontecer no dia 24, pode ter certeza, o país deverá sofrer um grande revés e poderá se tornar ingovernável, além das instituições “democráticas”, serem desmoralizadas.

Portal Click Política
Matéria do Jornalista Gil Silva

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Categoria Denucias, JUSTIÇA, Lava a jato, PERSEGUIÇÃO, Politica.