Editorial Jeová Rodrigues

A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, e a Procuradora Geral da República (PGR), Raquel Dodge, na opinião de observadores políticos, usaram as solenidades do início do período legislativo de 2018, para atacar, o ex-presidente Lula, PT e os que procuram denunciar as aberrações do judiciário.

Cármen Lúcia criticou duramente aqueles que “atacam” o judiciário brasileiro com tom forte, pois o citado poder, está para cumprir as leis e a Constituição e não corroborar com a impunidade, em mais uma demonstração de que falou a língua da Globo golpista.

Cármen Lúcia leu seu discurso como se ela mesma, estivesse apresentando o Jornal Nacional ao lado de Bonner.

Enquanto isso, a procuradora Geral da República, Raquel Dodge, acostada às alfinetadas, usou o momento para defender a prisão do condenado em segunda instância e no mesmo tom ficou claro que se referia ao ex-presidente Lula.

Igualmente no início dos trabalhos legislativos do STJ, A PGR usou do mesmo expediente para se referir ao ex-presidente Lula. Dodge dessa vez defendeu a aplicação da Lei da Ficha Limpa, dando uma indireta infeliz ao líder do PT.

A verdade é que as duas, tanto Cármen Lúcia, deveria ser sensata e pedir renúncia da presidência do STF, bem como Raquel Dodge, que na troca por Janot ficou naquela história: ‘Seis por meia dúzia.’

Estão comentando nas rodas políticas de todo Brasil que tanto a ministra Cármem Lúcia como Dodge, fizeram um papel dos mais ridículos, ou seja, defenderam a inelegibilidade e a prisão de um presidente que foi o melhor da história política desse país. Diferentemente de alguns membros do judiciário e MP que já cometeram os piores absurdos, passando por cima das leis e Constituição, além de gastar o dinheiro do povo de maneira excessivamente irresponsável e isso é do conhecimento público e o povo está simplesmente indignado.

A ministra Cármen Lúcia e a PGR Raquel Dodge, não escolheram um momento pior, pois quando o povo esperava que iriam anunciar o fim dos abusos no judiciário e Ministério Público, elas aproveitaram para de maneira acovardada, destilar o ódio, a violência e os mandamentos da Globo em cima de Lula, do PT e do povo brasileiro, que não aceita a condenação do ex-presidente sem provas.

E a Globo essa dispensou a maior parte do jornal Nacional repercutindo a posição de ambas

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Categoria CEILÂNDIA, JUSTIÇA, Lava a jato, PERSEGUIÇÃO, Politica.