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‘Se reforma da Previdência não passar, vão florescer populismo e PT’, diz Bolsonaro
RIO — O presidente Jair Bolsonaro disse que, se a reforma da Previdência não for aprovada pelo Congresso, o país sofrerá “um caos” na economia que poderá abrir portas para a volta do PT no poder. Em entrevista à revista Veja, o chefe do Executivo destacou que a chamada “mãe das reformas” é sua “missão mais difícil” na macropolítica.
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Na entrevista, Bolsonaro diz que sofre uma série de “sabotagens” no governo e comparou a situação projetada ao que ocorre hoje na Argentina, abalada por uma nova crise econômica, desafiadora para o governo liberal de Maurício Macri. O presidente brasileiro destacou que tal desequilíbrio econômico pode favorecer Christina Kirchner, que lançou campanha à Vice-presidência argentina.
— Se a reforma da Previdência não passar, o dólar pode disparar, a inflação vai bater à nossa porta novamente e, do caos, vão florescer a demagogia, o populismo, quem sabe o PT, como está acontecendo na Argentina, com a volta da (ex-presidente) Christina Kirchner. O Brasil não aguentaria outro ciclo assim.
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Bolsonaro argumentou que era contra a Previdência, até assumir o governo, porque estudou a situação do país e reconheceu a necessidade de reforma.
Na entrevista, Bolsonaro diz que sofre uma série de “sabotagens” no governo e comparou a situação projetada ao que ocorre hoje na Argentina, abalada por uma nova crise econômica, desafiadora para o governo liberal de Maurício Macri. O presidente brasileiro destacou que tal desequilíbrio econômico pode favorecer Christina Kirchner, que lançou campanha à Vice-presidência argentina.
Questionado para quando esperava a diminuição do desemprego no Brasil, Bolsonaro citou a viagem do vice-presidente Hamilton Mourão à China.
— O general Mourão acabou de chegar da China. Lá também tem desemprego. Mas há uma diferença. Quando os chineses quiseram fazer a usina hidrelétrica de Três Gargantas, só avisaram: “Olha, daqui a dois anos, a água vai subir, se vira”. No Brasil você não faz isso. Aqui, Belo Monte está sendo construída há quase dez anos.
O presidente ainda classificou como um problema para a geração de empregos a atual formação do brasileiro. Bolsonaro reconheceu que errou ao nomear Ricardo Vélez para o Ministério da Educação, sob indicação do guru Olavo de Carvalho.
— Uma parte dos nossos milhões de desempregados não se encaixa mais no mercado de trabalho, por falta de qualificação. Há os universitários que só têm diploma. Alguns acham que gastar mais dinheiro é sinal de que está melhorando a educação. Tem país que gasta per capita menos que nós e tem uma educação muito melhor.
O Globo
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