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Governo Bolsonaro faz campanha de Direitos Humanos na ONU e não cita prisões, tortura e LGBT

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O governo Jair Bolsonaro produziu uma material de propaganda sobre as prioridades em relação aos direitos humanos, com o objetivo de angariar votos para as eleições da ONU. Mas o documento não cita como a gestão pretende se engajar para melhorar a situação dos homossexuais, das prisões, da tortura, da violência policial e do meio ambiente

247 – Com uma gestão cada vez desmoralizada no exterior, o governo Jair Bolsonaro produziu uma material de propaganda sobre as prioridades em relação aos direitos humanos. Mas o documento, produzido em mais três idiomas (inglês, francês e espanhol), não cita como pretende se engajar para melhorar a situação dos homossexuais, das prisões, da tortura, da violência policial e do meio ambiente. O governo lançou a campanha para ngariar votos para a eleição que ocorre na Organização das Nações Unidas (ONU), que ocorre neste mês de outubro.

De acordo com informações do blog de Jamil Chade, o governo não medida  ação ou reconhecimento de problemas do sistema prisional brasleiro. Relatórios da ONU denunciam as graves violações de direitos humanos nos centros de detenção no país.

A entidade também alertou para práticas “generalizadas” de tortura em centros de detenção do Brasil.

No caso da violência policial, a alta comissão da ONU para Direitos Humanos Michelle Bachelet, ex-presidente do Chile, citou o aumento das mortes a partir de operações policiais. Em resposta, Jair Bolsonaro elogiou a tortura e morte do pai dela pelo regime sanguinário de Augusto Pinochet, afirmou que o Chile “só não é uma Cuba graças aos que tiveram a coragem de dar um basta à esquerda em 1973”.

O documento menciona 21 áreas diferentes e, em momento algum, a palavra “homossexual” é citada.

Amenizar os efeitos e combater as mudanças climáticas também não fazem parte dos compromissos do Brasil. O governo apenas cita as políticas para o “desenvolvimento sustentável das populações indígenas” e se compromete a garantir acesso aos direitos sociais e de cidadania dos povo indígenas.

Para renovar seu mandato para o Conselho de Direitos Humanos da ONU, o Brasil precisa de 97 dos 194 votos da Assembleia Geral das Nações Unidas.

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