
O Brasil assumiu a presidência do Brics na última quarta-feira (1º), um grupo que reúne Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. A liderança do bloco é rotativa, com duração de um ano. Inicialmente prevista para 2024, a presidência brasileira foi adiada em razão do comando do G20 no ano anterior, permitindo que a Rússia liderasse o grupo em 2023.
Durante a presidência do Brics, o Brasil priorizará atividades no primeiro semestre de 2024, já que no segundo semestre sediará a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30) em Belém (PA).
O Palácio do Planalto informou que o Brasil definiu cinco temas prioritários para o período de sua presidência no Brics:
- Facilitação do comércio e investimentos: desenvolvimento de novos meios de pagamento entre os países do bloco.
- Governança inclusiva e responsável da Inteligência Artificial.
- Aprimoramento das estruturas de financiamento para enfrentar mudanças climáticas.
- Estímulo a projetos de cooperação entre países do Sul Global, com ênfase na saúde pública.
- Fortalecimento institucional do Brics.

“O Brics tem que ser parte dessa construção [de um mundo sustentável]. É importante que haja um entendimento entre esses países”, afirmou Eduardo Saboia, secretário de Ásia e Pacífico do Itamaraty. Como presidente do bloco, o Brasil será responsável por organizar e coordenar as reuniões dos grupos de trabalho, com foco nas prioridades estabelecidas.
De acordo com o governo brasileiro, mais de 100 reuniões estão planejadas entre fevereiro e julho em Brasília, incluindo encontros de grupos técnicos e comitês temáticos. A Cúpula do Brics, que reúne os chefes de Estado e Governo, está prevista para acontecer em julho, no Rio de Janeiro.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que busca fortalecer as relações multilaterais do Brasil, tem destacado em fóruns internacionais a relevância de organizações como o Brics e o Mercosul
Apesar dos avanços na cooperação, uma discussão dentro do Brics tem gerado tensão internacional: a possibilidade de substituir o dólar norte-americano por outra moeda nas transações entre os países do bloco. O presidente Lula é um dos principais entusiastas dessa ideia.
Em resposta, o presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou estabelecer uma tarifa de 100% sobre produtos originários dos países do Brics caso essa substituição ocorra.
Com informações do Diário do Centro do Mundo
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