Estabelecimentos excluídos apresentaram dados inconsistentes como CNPJ inválido e endereço desatualizado, levantando suspeitas de fraudes
Quase um terço das farmácias que faziam parte do programa “Farmácia Popular” foi descredenciado pelo Ministério da Saúde na última semana. Segundo a coluna do jornalista Lauro Jardim, de O Globo, ao todo, 9,2 mil estabelecimentos foram excluídos da iniciativa devido a uma série de irregularidades cadastrais.
Entre os problemas identificados estão falhas básicas, como a ausência de um CNPJ válido e a falta de atualização no endereço das farmácias — indícios que, segundo a pasta, podem apontar para tentativas de fraude contra o programa.Play Video
Além das farmácias descredenciadas, outras 5 mil foram suspensas e permanecem sob análise. Ainda de acordo com o governo federal, os sistemas de controle interno bloquearam, apenas nos primeiros meses deste ano, mais de 12,7 milhões de tentativas de uso do programa com suspeitas de irregularidade.
O processo de fiscalização foi intensificado a partir da revisão dos cadastros das unidades participantes. O objetivo, segundo o ministério, é garantir que os recursos públicos sejam destinados exclusivamente a estabelecimentos que cumpram todos os critérios legais e funcionem de forma regular.
Com informações do Brasil 247
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