Presidente da CPMI do INSS não negou e nem confirmou a acusação de facilitar vazamento e defende as “prerrogativas constitucionais” do Congresso
O presidente da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS, senador Carlos Viana (Podemos-MG), respondeu à decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), de pedir à Polícia Federal uma investigação sobre o vazamento de dados do celular de Daniel Vorcaro no âmbito da Operação Compliance Zero. A quebra de sigilo nas informações teria ocorrido após o compartilhamento com a comissão.
Nas redes sociais, o senador comentou ter recebido a medida com “serenidade e respeito institucional”. “Ao mesmo tempo, é importante lembrar que o Congresso Nacional possui prerrogativas constitucionais próprias no exercício de suas investigações”, escreveu o parlamentar no X (ex-Twitter), que não negou e nem confirmou a ocorrência dos vazamentos.
Viana também afirmou que o colegiado atua dentro dos limites constitucionais e do regimento do Parlamento e que deve haver um “equilíbrio” entre os poderes, destacando as prerrogativas que o Congresso possui para investigar casos como o da seguridade social.
“O Parlamento não pode abrir mão de suas competências constitucionais de investigar fatos graves que atingem milhões de brasileiros, especialmente quando se trata de denúncias que envolvem aposentados e pensionistas que dependem desses recursos para viver”, defendeu o senador.
Mendonça atendeu a um pedido da defesa de Vorcaro para investigar sobre a origem dos vazamentos. As informações incluem conversas íntimas do ex-banqueiro com a então namorada, Martha Graeff, que citam outras personagens políticas, como deputados e ministros do próprio STF.
Com informações do Correio Braziliense
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