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Brasil deve exportar 600 mil toneladas de carne de frango para a China em 2026

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Retomada das compras chinesas anima setor e deve elevar em 10% as exportações brasileiras

O governo brasileiro projeta um expressivo aumento nas exportações de carne de frango após o fim do embargo imposto pela China, um dos maiores mercados consumidores do produto. A expectativa, segundo a CNN Brasil, é que o volume exportado alcance cerca de 600 mil toneladas em 2026, consolidando o Brasil como líder global nesse segmento.

A Administração Geral de Alfândegas da China anunciou nesta sexta-feira (7) a revogação imediata da proibição, que estava em vigor havia quase seis meses. A decisão, segundo o comunicado oficial, foi tomada “com base nos resultados da análise de risco”, permitindo que todos os estados brasileiros habilitados retomem as exportações de forma integral.

Crescimento projetado e impacto econômico

Segundo a reportagem, fontes do Ministério da Agricultura afirmam que a retomada das vendas ao mercado chinês deve impulsionar as exportações em aproximadamente 10% no próximo ciclo. Em 2024, o Brasil enviou à China 561 mil toneladas de carne de frango, o equivalente a US$ 1,288 bilhão em receitas. Com o novo cenário, o setor prevê um salto significativo nos números, reforçando o papel do país como principal fornecedor global — atualmente responsável por cerca de 35% do comércio mundial da proteína.

A China é um destino estratégico para o frango brasileiro, especialmente nos cortes de sobrecoxa, asa e pé, que têm alta aceitação entre os consumidores locais. Antes do embargo, o mercado chinês representava cerca de 12% de toda a exportação nacional de carne de frango.

Contexto do embargo e recuperação sanitária

A suspensão das importações pela China havia sido decretada em maio, após a confirmação de um caso isolado de influenza aviária em uma granja comercial no município de Montenegro, no Rio Grande do Sul. Desde junho, porém, o Brasil recuperou oficialmente o status de país livre da doença, condição que foi fundamental para a reabertura do mercado.

*Conteúdo originalmente publicado em Brasil 247

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