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Lula vai dividir Economia em três ministérios: Planejamento; Fazenda; Indústria e Comércio

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Luiz Inácio Lula da Silva de terno preto e camisa social branca falando em microfone
Luiz Inácio Lula da Silva
Foto: Reprodução/Instagram

O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve dividir o Ministério da Economia em três pastas, segundo o coordenador dos grupos técnicos da transição, Aloizio Mercadante. Os ministérios do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG); da Fazenda; e da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) serão recriados a partir de 1º de janeiro.

Em entrevista coletiva nesta quarta-feira (7), Mercadante afirmou que uma das ideias debatidas foi a transferência da área de planejamento para o MDIC, o que possibilitaria ao MPOG que cuide mais da gestão de pessoal, por exemplo.

“Nós tínhamos Ministério da Fazenda; Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços; e Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. Essas estruturas vão voltar a existir. O Brasil era muito mais eficiente e tinha políticas muito mais competentes com essa distribuição do que pegar e jogar tudo na economia”, disse.

“Toda demanda intragoverno está no ministério do planejamento e orçamento, é fundamental inclusive para aliviar o Ministério da Fazenda para cuidar da política fazendária, macroeconômica. Segundo, a indústria e o comércio exterior geram emprego, investimento”, acrescentou.

Durante a coletiva, integrantes da equipe de transição na área afirmaram que o Brasil passou por um processo de desindustrialização e que a recriação dessas pastas é importante para focar no desenvolvimento da área. A transição garantiu que a mudança não vai gerar custos uma vez que as estruturas atuais serão remanejadas para atender à nova configuração.

Mercadante afirmou ainda que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDES) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex) devem ficar sob o guarda-chuva do novo MDIC.

“O presidente Lula deixou claro que Apex e BNDES estarão no novo MDIC. Os que tentaram argumentar de forma contrária não passaram da preliminar com ele. É preciso ter foco e ousadia e tratar da promoção dos produtos brasileiros [no exterior]. O BNDES tem que ser esse instrumento de impulsionar a industrialização e resgatar as estruturas já existentes no país”, declarou.

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