
Neste sábado 09/06, a maratona dos Pré-candidatos (as) a Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva – Presidente. Quí. Em Ceilândia, Leandro Grass- Governador, Rosilene Corrêa – Senadora, Agnelo Queiroz Deputado Federal e Ricardo Vale Deputado Distrital, Chico Vigilante distrital, Erika Kokay a reeleição, Policarpo pré-candidato a federal e vários outros pré-candidatos (as), pela Federação dos Partidos PT-PV-PCdoB, foi uma maratona intensiva. Foi um extraordinário. união que foi realizada. Passaram mais de 70 pessoas dentre militantes, vizinhos, simpatizantes e sem contar com centenas de adesão parentes e eleitores que estão aderindo por entender mais sobre os planos de governo a as ideias dos candidatos (as) proporcionais dos candidatos progressistas.

Todas as oratórias dos pré-candidatos do (PT) (PV) e (PC do B). Foi no sentido de eleger o Luiz Inácio Lula da Silva no primeiro turno, a opinião de todos é que o Brasil não tolera mais ver o povo pobres, negros, quilombolas, passarem fomes e em filas de hospitais morrendo como indigentes, roubando os recursos da saúde, da educação.
Exploração mineral no estado de Roraima é efetuada 100% dentro da ilegalidade e ameaça comunidades tradicionais
Martha RaquelBrasil de Fato | São Paulo (SP) | 08 de Abril de 2021 às 08:15
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Garimpo é o nome que se dá à exploração, mineração ou extração, manual ou mecanizada, de substâncias minerais. Na região Norte do Brasil, a prática é comum e acontece na maioria das vezes de forma ilegal e dentro de territórios indígenas.
Ivo Cípio Aureliano, indígena Macuxi e assessor jurídico do Conselho Indígena de Roraima (CIR), explica que, hoje, o garimpo é umas das maiores ameaças às comunidades indígenas no estado de Roraima.

“Todos os garimpos existentes em Roraima são ilegais e estão localizados dentro das terras indígenas. A promessa de legalização dessa atividade por parte do governo Bolsonaro, por meio do Projeto de Lei 191/2021, que está no Congresso Nacional, estimulou as invasões e aumentou a cooptação de indígenas, causando vários tipos de violências”, explica o assessor jurídico do CIR.

O garimpo sempre esteve próximo às comunidades indígenas, revela France Rodrigues, professora da Universidade Federal de Roraima (UFRR) e autora do livro “Garimpando a sociedade roraimense: uma análise sócio política e econômica dos garimpos em Roraima”. O que mudou com o tempo, segundo a especialista, foi a forma como ele é executado. A partir de 1965, houve uma mudança nas condições de trabalho, com a inserção de novas tecnologias.
Muitos dos locais onde estão sendo instalados os garimpos ilegais são pontos sagrados para os povos indígenas. “Isso agrava a sensação de falta de respeito com a crença indígena e o ensinamento dos mais velhos e ancestrais sobre determinados locais nos territórios (serras, igarapés, pedras)”, explica Aureliano.

“Os pajés falam que as montanhas, os rios e as florestas não estão aguentando o que o homem branco está fazendo com a natureza. E que isso enfraquece o trabalho dos pajés, que por isso não conseguem curar o seu povo. O garimpo está destruindo cada vez mais, não só os locais sagrados, mas também toda a cultura de um povo”, completa o indígena Macuxi.
O garimpo como fato social em Roraima
O garimpo é parte fundante da região Norte, explica a pesquisadora. Isso significa que praticamente todas as relações de Roraima, por exemplo, são explicadas ou podem ser percebidas apesar e a partir dessa atividade – para o bem e para o mal.

“Eu diria que o garimpo é parte constituinte do processo de colonização do Brasil e da Amazônia também”, pontua.
A garimpagem do ouro, do diamante, da borracha e todo o processo de exploração desses recursos naturais, tem uma carga transformadora da natureza.
“Nós temos um ambiente extremamente propício, rico de minerais nobres, semi nobres, preciosos, pedras, metais, etc. Então, eu diria que é impossível não falar da região Norte quando a gente pensa como o Brasil se insere no contexto da divisão internacional do trabalho e na organização do capital no processo de fornecimento de matérias primas para o grande capital”, explica a pesquisadora do tema.
“O garimpo impacta tudo. As plantações, a pesca, as terras e, evidentemente, os mais afetados direto e no primeiro momento são as comunidades indígenas, porque eles vivem ainda, apesar do contato com a população branca, né”, continua.
A entrada de políticas sociais nas comunidades indígenas, como por exemplo o Bolsa Família e aposentadorias, gerou, segundo Rodrigues, uma transformação no modo de vida tradicional. A entrada das igrejas também teve um papel muito forte nessa transformação, já que houve um impacto social e cultural. Mas a chegada dos garimpeiros nessas regiões mudou todo o cenário, além de trazer consigo diversos tipos de violência
Fauna e Flora
A fauna é o grupo de animais de determinada região. Já a flora é a representação das espécies vegetais.
Quando se fala em fauna e flora brasileira, estão sendo referidos a totalidade de animais e plantas que tem seu habitat em um dos biomas existentes no Brasil.
No Brasil, existem seis grandes biomas: cerrado, caatinga, mata atlântica, pampas, pantanal e a amazônia. Ou seja, cada comunidade apresenta características específicas e sua própria biodiversidade. Os animais (fauna) e as plantas (flora) variam de acordo com o meio em que se encontram.
O que é fauna?
A fauna representa a comunidade de espécies animais que habitam um ambiente específico ou alargado. Desse modo, o termo pode ser empregado em relação a um bioma específico, por exemplo, fauna do cerrado ou, em geral, como fauna brasileira ou mundial.
Também pode possuir um sentido ainda mais amplo, relativo a um período: por exemplo, “fauna do período jurássico”.
Em outras palavras, a representação do coletivo de animais de determinado local ou período é chamada fauna.
A fauna brasileira, por exemplo, é a de maior diversidade do mundo. Em geral, é composta de animais de pequeno porte, muitos ainda não catalogados pelos biólogos.

“NÃO É PRA TIRAR madeira, é pra tirar minério que eu quero a terra”, explicou-nos no final de abril um grileiro do Pará que se dizia dono de alguns milhares de hectares dentro do Parque Nacional do Jamanxim. A madeira retirada de lá, ele já saqueou e “esquentou” com documentos que atribuíam outra origem a ela e possibilitaram sua venda. Mas um garimpo de grandes dimensões para extração de cassiterita, como é de seu interesse agora, dificilmente passaria despercebido como a pilhagem madeireira, uma vez que as Unidades de Conservação (UCs) constituem um enorme obstáculo ao negócio.

Há uma vasta coleção de animais vertebrados (mamíferos, aves, répteis, anfíbios e peixes) e invertebrados (insetos, moluscos, anelídeos, etc.) que compõem a fauna do Brasil.
Exploração mineral no estado de Roraima é efetuada 100% dentro da ilegalidade e ameaça comunidades tradicionais

Garimpo é o nome que se dá à exploração, mineração ou extração, manual ou mecanizada, de substâncias minerais. Na região Norte do Brasil, a prática é comum e acontece na maioria das vezes de forma ilegal e dentro de territórios indígenas.
Ivo Cípio Aureliano, indígena Macuxi e assessor jurídico do Conselho Indígena de Roraima (CIR), explica que, hoje, o garimpo é umas das maiores ameaças às comunidades indígenas no estado de Roraima.
“Todos os garimpos existentes em Roraima são ilegais e estão localizados dentro das terras indígenas. A promessa de legalização dessa atividade por parte do governo Bolsonaro, por meio do Projeto de Lei 191/2021, que está no Congresso Nacional, estimulou as invasões e aumentou a cooptação de indígenas, causando vários tipos de violências”, explica o assessor jurídico do CIR.
O garimpo sempre esteve próximo às comunidades indígenas, revela France Rodrigues, professora da Universidade Federal de Roraima (UFRR) e autora do livro “Garimpando a sociedade roraimense: uma análise sócio política e econômica dos garimpos em Roraima”. O que mudou com o tempo, segundo a especialista, foi a forma como ele é executado. A partir de 1965, houve uma mudança nas condições de trabalho, com a inserção de novas tecnologias.
Muitos dos locais onde estão sendo instalados os garimpos ilegais são pontos sagrados para os povos indígenas. “Isso agrava a sensação de falta de respeito com a crença indígena e o ensinamento dos mais velhos e ancestrais sobre determinados locais nos territórios (serras, igarapés, pedras)”, explica Aureliano.
“Os pajés falam que as montanhas, os rios e as florestas não estão aguentando o que o homem branco está fazendo com a natureza. E que isso enfraquece o trabalho dos pajés, que por isso não conseguem curar o seu povo. O garimpo está destruindo cada vez mais, não só os locais sagrados, mas também toda a cultura de um povo”, completa o indígena Macuxi.
O garimpo como fato social em Roraima
O garimpo é parte fundante da região Norte, explica a pesquisadora. Isso significa que praticamente todas as relações de Roraima, por exemplo, são explicadas ou podem ser percebidas apesar e a partir dessa atividade – para o bem e para o mal.
“Eu diria que o garimpo é parte constituinte do processo de colonização do Brasil e da Amazônia também”, pontua.
A garimpagem do ouro, do diamante, da borracha e todo o processo de exploração desses recursos naturais, tem uma carga transformadora da natureza.
“Nós temos um ambiente extremamente propício, rico de minerais nobres, semi nobres, preciosos, pedras, metais, etc. Então, eu diria que é impossível não falar da região Norte quando a gente pensa como o Brasil se insere no contexto da divisão internacional do trabalho e na organização do capital no processo de fornecimento de matérias primas para o grande capital”, explica a pesquisadora do tema.
“O garimpo impacta tudo. As plantações, a pesca, as terras e, evidentemente, os mais afetados direto e no primeiro momento são as comunidades indígenas, porque eles vivem ainda, apesar do contato com a população branca, né”, continua.
A entrada de políticas sociais nas comunidades indígenas, como por exemplo o Bolsa Família e aposentadorias, gerou, segundo Rodrigues, uma transformação no modo de vida tradicional. A entrada das igrejas também teve um papel muito forte nessa transformação, já que houve um impacto social e cultural. Mas a chegada dos garimpeiros nessas regiões mudou todo o cenário, além de trazer consigo diversos tipos de violência

O importante que apesar de ser só ser pré-candidaturas as adesões estão extremamente acima da média. E todos os fizeram várias críticas ao Bozo e Imbaneis Rocha, os pré-candidatos convidaram toda pera estarem com o pré-candidato que é Luiz Inácio Lula da Silva as 17h no Centro WLLISSE

AGENDA
7h30 – Conversa com Feirantes dos produtores (AFAPRACE) (Final da Hélio Prates, Abaixo da UPA)
9h – Café da Manhã com Plenária para Militância,LOCAL: Bar Tropical BeerQNM 07, Conjunto O, Lote 45 – Ceilândia Sul
11h – Festa Junina LOCAL: Escola Classe P Norte EQNP Rua da Cascalheira (Avenida Central do Trecho II)

12h30 – Almoço Central na Feira Central da Ceilândia LOCAL: Rei do Mocotó Box 404/405 – Feira Central da Ceilândia

14h- Reunião com a Comunidade Hip Hop, Skate, Rima e Grafite LOCAL: QNN 35, Conjunto B, Casa 03- Ceilândia Norte (Avenida P1 do P Norte)

15h – Inauguração Comitê Popular da Juventude da Ceilândia LOCAL: QNP 17, Conjunto F, Casa 06 – P Norte

16h – Inauguração do Comitê – Estação da Vitória – CeilândiaLOCAL: QNN 07 Conjunto P casa 42 – Ceilândia Norte

17h- Encontro com Movimento Cultural Periférico LOCAL: Cio das Artes – EQNP 10/14, Bloco E, Loja 4 – P sul 18h- Festa Junina











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