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Efeito Lula: FMI vê alta de 3,1% do PIB do país em 2023, acima da média global

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Caso se confirme revisão de um ponto percentual para cima, avanço da economia do país também será maior que o de 2,9% do ano passado

No documento, o FMI confirma o acerto das políticas do governo Lula para fortalecer a produção no campo, reindustrializar o país e gerar emprego e renda

O crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil em 2023 deve ser “mais forte que o esperado”, de 3,1%, aponta o relatório Perspectivas da Economia Mundial, divulgado, nesta terça-feira (10), pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), após revisão do índice previsto em julho, de 2,1%. Caso a projeção se confirme, a expansão neste ano será maior que a de 2,9% de 2022. O documento destaca ainda que o crescimento do PIB brasileiro apresenta ritmo superior ao de 3% esperado para a economia global neste ano.

O relatório foi apresentado pelo economista-chefe do FMI, Pierre-Olivier Gourinchas, em Marrakesh, no Marrocos, e confirma o acerto das políticas do governo Lula para fortalecer a produção no campo, reindustrializar o país e gerar emprego e renda para fazer a roda da economia girar.

“A revisão em alta para 2023 desde julho reflete um crescimento mais forte do que o esperado no Brasil, impulsionado pela agricultura dinâmica e serviços resilientes no primeiro semestre de 2023”, afirma o FMI, segundo o qual o consumo igualmente se manteve forte, apoiado por medidas de estímulo fiscal. O órgão também revisou para cima a projeção do PIB brasileiro para 2024, e prevê uma expansão de 1,5% – em julho, o índice previsto foi de 1,2%.

Inflação e desemprego

Sobre a inflação no Brasil, o relatório do FMI estima que o índice melhore em 2023, para 4,7%, ante os 9,3% do ano passado. Conforme o Fundo, há também a possibilidade de a inflação brasileira ser ainda menor em 2024, na casa dos 4,5%.

“A recente decisão do Brasil de adotar uma meta contínua (em vez de ano-calendário) de inflação de 3% a partir de 2025 é um exemplo concreto de uma melhoria na eficácia operacional e na estratégia de comunicação, ajudando a reduzir a incerteza e a aumentar a eficácia da política monetária”, diz o FMI, no relatório. O documento também cita a importância do início do processo de redução dos juros no Brasil.

Já a taxa de desemprego do Brasil deve ficar em 8,3% neste ano, ante 9,3% em 2022, segundo o FMI. Para 2024, o órgão espera que melhore um pouco mais, para 8,2%.

Projeção confirmada

Além do FMI, o Banco Mundial (Bird) e a Organização das Nações Unidas (ONU) também confirmam a previsão do presidente Lula de que a economia brasileira iria crescer acima das expectativas. Na semana passada, o Bird mais que dobrou a previsão de crescimento do PIB brasileiro em 2023, de 1,2%, em junho, para 2,6%, em outubro. Já a ONU estima um aumento de 3,3% neste ano, acima da taxa global, de 2,4%.

Com informações do PT Org

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