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Inflação controlada impulsiona confiança e fortalece pequenos negócios

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IPCA dentro da meta em 2025 reforça consumo, investimento e geração de empregos nas micro e pequenas empresas

247 – A inflação brasileira encerrou 2025 dentro do intervalo definido pelo Banco Central, criando um ambiente mais favorável para o crescimento econômico, especialmente entre os pequenos negócios. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulou alta de 4,26% no ano, o menor resultado desde 2018, mantendo-se abaixo do teto de 4,5% estabelecido pela autoridade monetária.

As informações constam em reportagem da ASN Nacional – Agência Sebrae de Notícias, que analisou os dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em dezembro de 2025, o IPCA registrou variação de 0,33%, também o menor índice para o mês desde 2018, reforçando a trajetória de desaceleração inflacionária ao longo do ano.

Para o presidente do Sebrae, Décio Lima, o resultado reflete escolhas econômicas que impactam diretamente o cotidiano da população e o desempenho dos empreendedores. “Os números demonstram o acerto da política econômica conduzida pelo presidente Lula e pelo vice-presidente Geraldo Alckmin, baseada na distribuição de renda”, afirmou.

Segundo Décio Lima, a inflação mais baixa tem efeito direto sobre a dinâmica econômica dos pequenos negócios, que formam a base do mercado interno. “Com inflação mais baixa, crescem a confiança, o consumo e o investimento – especialmente no maior motor da economia brasileira: os pequenos negócios. Quando os pequenos negócios crescem, toda a população se beneficia. E quando eles avançam, o Brasil cresce junto”, destacou o presidente do Sebrae.

O comportamento do IPCA em 2025 foi fortemente influenciado por alguns grupos de despesas. Habitação registrou alta de 6,79%, educação teve variação de 6,22%, despesas pessoais subiram 5,87% e saúde e cuidados pessoais avançaram 5,59%. Juntos, esses segmentos responderam por aproximadamente 64% da inflação acumulada no ano, segundo o levantamento.

Além do controle inflacionário, os indicadores de emprego reforçam o papel estratégico das micro e pequenas empresas na economia brasileira. De janeiro a novembro de 2025, mais de 1,3 milhão de trabalhadores foram contratados com carteira assinada por esse segmento, de acordo com dados do Sebrae baseados no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). O número representa sete em cada dez vagas formais criadas no período.

O resultado supera o total registrado em todo o ano de 2024, quando foram contabilizadas 1,22 milhão de contratações. Apenas em novembro, o setor de Comércio liderou a geração de empregos entre as micro e pequenas empresas, com 63,4 mil novas vagas, seguido por Serviços, com 34,4 mil, e pela Construção, que criou 1,5 mil postos de trabalho formais.

Originalmente publicado em Brasil 247

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