A reportagem do jornal Folha de S. Paulo destaca que “a Arteris, que tem como sócias a espanhola Arbetis e a canadense Brookfield, precisa honrar com R$ 4,6 bilhões para cumprir exigências como duplicações, faixas adicionais, sistemas de controle e monitoramento em cinco vias. Outras duas empresas, Acciona e Triunfo, teriam de arcar com mais R$ 2,4 bilhões para melhorias em duas estradas.”
A matéria acrescenta que “simulações indicam que a proposta de aumento do pedágio poderia gerar R$ 600 milhões por ano às concessionárias Planalto Sul, Fluminense, Fernão Dias, Régis Bittencourt e Litoral Sul, controladas pela Arteris, valor que seria suficiente para os investimentos. O ministro de Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, afirmou (…) que ‘há espaço para aumento’ até maior de tarifa em rodovias que não têm mais obras programadas.”
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