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Reportagem da Folha de S. Paulo informa que a Procuradoria Regional Eleitoral de Minas Gerais decidiu investigar o caso das quatro candidatas laranjas do PSL de Minas Gerais vinculadas ao atual ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio.

“Em despacho do dia 4 de fevereiro, em que disse considerar grave as suspeitas, o chefe do Ministério Público eleitoral do estado, Angelo Giardini de Oliveira, encaminhou o caso para apuração da Promotoria Eleitoral afirmando que “os fatos narrados podem configurar, em tese, os crimes de apropriação indébita eleitoral, falsidade ideológica eleitoral (…) e ameaça”, com pena que podem chegar a seis anos de reclusão”, diz o texto.

No documento, o procurador lista como base a reportagem da Folha que mostrou que quatro candidatas a deputada estadual e federal do interior de Minas receberam R$ 279 mil da direção nacional do PSL —figurando entre as 20 mais agraciadas no país com as verbas da sigla— e tiveram uma votação inexpressiva, de cerca de 2.000 votos.

A definição das candidatas se deu por decisão do diretório do PSL em Minas, na época comandado por Álvaro Antônio.

O repasse do dinheiro foi formalizado pela executiva nacional do PSL, comandada à época por Gustavo Bebianno, coordenador da campanha de Jair Bolsonaro e hoje ministro da Secretaria-Geral da Presidência.

A reportagem mostrou ainda que parte do dinheiro público direcionado a elas foi parar na conta de empresas que são de assessores, parentes ou sócios de assessores do hoje ministro.

O procurador se refere também a duas outras fontes: representação formulada por uma associação de Coronel Fabriciano (MG) contra as candidatas e o ministro e registro de boletim de ocorrência e depoimento prestado ao Ministério Público de outra candidata, de Governador Valadares (MG), em que ela afirma ter sido coagida por dois assessores de Álvaro Antônio a desviar para uma gráfica ligada ao parlamentar a maior parte do dinheiro que ela havia recebido dos cofres públicos.

A assessoria do Ministério do Turismo afirmou que Álvaro Antônio desconhece a investigação. “Caso ela seja aberta, será uma ótima oportunidade de esclarecer os fatos e provar que o ministro sempre agiu estritamente dentro da lei.”

DCM

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