Deputado liderou a campanha golpista contra a ex-presidente Dilma Rousseff
Em meio a uma profunda crise interna, o PSDB planeja estratégias para reverter o declínio político vivenciado nas últimas eleições, mas os caminhos não parecem promissores. Segundo reportagem do Valor, o partido se vê diante do desafio de lançar candidaturas estratégicas nas eleições municipais deste ano e, simultaneamente, articular uma candidatura presidencial para 2026. Apesar da mudança no comando, com a ascensão do ex-senador Marconi Perillo (GO), o nome do governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, surge como uma possibilidade para disputar a presidência, enquanto o deputado Aécio Neves (PSDB-MG), que liderou a campanha golpista contra a ex-presidente Dilma Rousseff, também é cogitado como uma alternativa viável – o que parece um total contrassenso.
Após ser derrotado na disputa presidencial de 2014, Aécio aderiu ao golpismo, sofreu várias acusações de corrupção e arrastou o PSDB para um quadro de total irrelevância, permitindo o avanço da extrema direita no País. Agora, com o bolsonarismo na mira da Justiça, os tucanos apostam em uma eventual volta, mas Aécio não parece ter sua imagem reabilitada.
Com informações do Brasil 247
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