
A China pediu nesta quarta-feira (16) que os Estados Unidos “parem de ameaçar e chantagear”, após a Casa Branca atribuir a Pequim a responsabilidade de iniciar uma negociação para tentar conter a escalada da guerra comercial entre os dois países.
Na disputa tarifária em andamento, os Estados Unidos aplicam tarifas de até 145% sobre produtos chineses, enquanto a China adotou medidas de retaliação, com taxações de 125% sobre itens americanos.
“Se os Estados Unidos realmente querem resolver o assunto por meio do diálogo e da negociação, devem parar de exercer pressão extrema, parar de ameaçar e chantagear, e conversar com a China com base na igualdade, respeito e benefício mútuo”, declarou Lin Jian.
Apesar do tom crítico, a China afirmou que não descarta um confronto comercial, caso seja necessário. “Não há vencedores em uma guerra tarifária ou em uma guerra comercial. A China não deseja lutar, mas não tem medo de lutar”, acrescentou o porta-voz.
As declarações foram uma resposta direta à fala da porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, que afirmou na terça-feira (15) que “a bola está com a China”. “O presidente afirmou, novamente, que está claramente aberto a um acordo com a China. Mas é a China que precisa de um acordo com os Estados Unidos e não o contrário”, disse Leavitt.
Em resposta, Lin Jian reforçou que “a guerra tarifária foi iniciada pelos Estados Unidos” e que as medidas adotadas por Pequim foram defensivas.
“As contramedidas da China, necessárias, buscam proteger seus direitos e interesses legítimos, assim como a igualdade e a justiça internacional. São totalmente razoáveis e legais”, completou.
Com informações do Diário do Centro do Mundo
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