Vamos falar claramente: o “governo” Bolsonaro já teria acabado, se não fosse o vice Mourão. Nessa última trapalhada de pai e filhos envolvendo Bebbiano, Mourão teve que intervir drasticamente. Com certeza deu um berro na família, declarou que “roupa suja se lava em casa”, tirou os filhos do primeiro plano, mandou o pai fazer de conta que apoiaria Bebbiano para depois demiti-lo. Se não demitisse Bebbiano, o “governo” Bolsonaro estaria extinto e os governantes militares estariam assumindo a total incapacidade de fazer política.
Mourão fez mais ainda: mandou acelerar a proposta de reforma da Previdência para mudar o foco. E o filho Carlos, vereador no Rio de Janeiro, ainda arranjou uma medalha Pedro Ernesto para Mourão.
Dificilmente não terá sido exatamente assim que tudo aconteceu…
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