Os dados não consideram o caso de Bruno Pereira e Dom Phillips


Relatório preliminar do Centro de Documentação da Comissão Pastoral da Terra (Cedoc-CPT) mostrou que, em 2022, 19 pessoas foram assassinadas no campo. Em 2021, foram registrados 35 homicídios.
4 assassinatos ocorreram no estado do Pará, que teve o maior número de casos: 3 ambientalistas foram assassinados e um sem terra. Do total de homicídios, 5 foram de indígenas e 2 de quilombolas. Além disso, ainda de acordo com a CPT, 4 sem terras, 2 assentados e outros 2 pequenos proprietários rurais foram assassinados até maio no país. Os dados não consideram o caso do indigenista Bruno Pereira e o jornalista Dom Phillips.
Carlos Lima, da coordenação nacional da CPT, avalia que esses números são uma crescente e aponta tanto falhas do governo federal na fiscalização de conflitos por terras no Brasil como numa “certeza” da impunidade que leva ao aumento dos crimes.
“É preciso compreender essa violência que estamos vivendo dentro de um contexto de um governo que fez a opção de colocar o Estado a serviço da grilagem, do garimpo ilegal, da extração de madeira. Um Estado contrário a vida dos povos, das comunidades e das florestas”, afirmou ao G1.
“É impossível continuar vivendo com essa situação. A sociedade brasileira tem que agir de imediato e cobrar a defesa das comunidades […]. Crimes contra os indígenas, contra as lideranças, contra os ambientalistas precisam ser punidos exemplarmente”, acrescentou.
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