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Ex-mulher quer apresentar provas contra Lira na Câmara: ”Chantagens e hipocrisia”

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Arthur Lira e Jullyene Lins – Foto: Reprodução

No domingo (16), Jullyene Lins, ex-mulher de Arthur Lira, pediu, em seu perfil no X, antigo Twitter, para ser convocada à Câmara dos Deputados. Ela afirmou que deseja “apresentar provas contra o Presidente da Câmara”

Em resposta a uma publicação do deputado André Janones, Jullyene escreveu: “Eu acredito que nesse momento seria muito mais oportuno um requerimento de urgência para ouvir o que eu tenho a falar e apresentar sobre o Presidente da Câmara dos Deputados. Não haverá justiça nem imparcialidade nessa casa enquanto não for apurado tudo o que for necessário para cessar essas chantagens e hipocrisias! Quando a justiça falha, o povo clama e vocês precisam nos atender! Esta, é ou não, a casa do povo?”.

Acusações de Jullyene contra Lira

Jullyene fez acusações comprometedoras contra Arthur Lira, incluindo uma de estupro.

Em entrevistas, a ex-mulher do político afirmou ter testemunhado malotes de dinheiro chegando em casa. Ela era instruída por Lira a contar o dinheiro – ele justificava que os valores vinham da venda de fazendas ou gados. Jullyene também disse que foi usada como laranja em empresas criadas pelo parlamentar, o que resultou em problemas fiscais e tributários para ela.

Além disso, também relatou um esquema de corrupção na Assembleia Legislativa de Alagoas, onde recebia salários sem trabalhar – Jullyene estava lotada no gabinete de Lira e testemunhou a retirada de empréstimos usando nomes de outras pessoas, inclusive o dela, para pagar os salários.

A ex-esposa de Lira insiste que deve ser chamada à Câmara dos Deputados para apresentar suas provas e esclarecer os fatos, visando pôr fim à disputa de versões dela e de Lira, que, segundo ela, usa seu poder para censurar matérias e barrar processos.

Lira e PL do Estupro

As recentes declarações de Jullyene ocorrem após a repercussão do PL 1904, ou PL do Estupro. A urgência do projeto, que prevê a criminalização do aborto realizado após 22 semanas de gestação, considerando-o homicídio, mesmo em casos de gravidez resultante de estupro, foi aprovada na quarta-feira (12), justamente por Arthur Lira.

Com informações do Diário do Centro do Mundo

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