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“Margareth Menezes foi uma excelente escolha para a Cultura”, diz Marcia Tiburi

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Professora e filósofa diz que a Cultura terá centralidade no combate ao fascismo no Brasil

www.brasil247.com - Marcia Tiburi, Lula e Margareth Menezes
Marcia Tiburi, Lula e Margareth Menezes (Foto: Divulgação | Ricardo Stuckert)

A professora, escritora e filósofa Marcia Tiburi afirmou, em entrevista ao jornalista Leonardo Attuch, editor da TV 247, que a derrota da seleção brasileira na Copa do Catar também pode ser explicada pela carga negativa que ainda existe em torno da camisa amarela, que virou uniforme dos fascistas no Brasil. “Enquanto a camisa amarela não for ressignificada, o Brasil não vai vencer. A camisa está muito contaminada”, diz ela. “A neymarização é a infantilização da seleção. Os jogadores brasileiros têm a síndrome do bezerro desmamado e ostentar o bife de ouro foi de uma irresponsabilidade sem limite”, acrescentou.

Marcia também afirmou que as instituições que ainda se mantêm de pé precisam tomar providências contra os terroristas bolsonaristas que acamparam diante dos quartéis. “Mas pouca coisa vai mudar enquanto a imprensa continuar golpista”, diz ela. Playvolume

Sobre a questão cultural, Marcia disse que ficou muito feliz com a escolha da cantora Margareth Menezes para o Ministério da Cultura. “É importante que seja uma artista, do Nordeste, da Bahia, uma agente da cultura e uma mulher negra. Ser mulher negra é também uma credencial da Margareth Menezes. É preciso mudar a fotografia do poder, como diz a Vilma Reis”, afirma. “Cultura é o ministério mais importante deste governo, porque deve interagir com todos os demais ministérios. Precisamos de ações afirmativas para desmontar o nazifascismo no Brasil. A reconstrução do Brasil passa por um empoderamento cultural. O que organiza o fascismo é o ódio e ele precisa ser combatido com cultura, comunicação e educação”, aponta.

Marcia também disse que não poderá voltar ao Brasil enquanto não houver uma luta concreta contra o fascismo. “O combate ao fascismo precisa virar política de estado”, destaca.

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