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Além de Bolsonaro e Cid: mais 15 são indiciados pela PF por fraude em cartões de vacina

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O ex-presidente Jair Bolsonaro. (Foto: Sérgio Lima)

A Polícia Federal (PF) indiciou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pelos crimes de associação criminosa e inserção de dados falsos em sistema público no contexto da investigação sobre a falsificação de certificados de vacinas contra a Covid-19 – esse indiciamento implica que o processo é encaminhado ao Ministério Público, que decidirá se apresenta denúncia à Justiça ou arquiva a investigação.

Segundo a colunista Daniela Lima, do G1, o tenente-coronel Mauro Cid e o deputado federal Gutemberg Reis (MDB-RJ) também foram indiciados. Outras 14 pessoas também foram indiciadas pela PF no âmbito das investigações, são elas:

  • Gabriela Santiago Cid, esposa da Mauro Cid;
  • Luis Marcos dos Reis, sargento do Exército que integrava a equipe de Mauro Cid;
  • Farley Vinicius Alcântara, médico que teria emitido cartão falso de vacina para a família de Cid;
  • Eduardo Crespo Alves, militar;
  • Paulo Sérgio da Costa Ferreira
  • Ailton Gonçalves Barros, ex-major do Exército;
  • Marcelo Fernandes Holanda;
  • Camila Paulino Alves Soares, enfermeira da prefeitura de Duque de Caxias;
  • João Carlos de Sousa Brecha, então secretário de Governo de Duque de Caxias;
  • Marcelo Costa Câmara, assessor especial de Bolsonaro;
  • Max Guilherme Machado de Moura, assessor e segurança de Bolsonaro;
  • Sergio Rocha Cordeiro, assessor e segurança de Bolsonaro;
  • Cláudia Helena Acosta Rodrigues da Silva, servidora de Duque de Caxias;
  • Célia Serrano da Silva.

A operação

As ações são fruto de uma operação autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), em maio de 2023, dentro do inquérito das milícias digitais.

Alexandre de Moraes, ministro do Supremo Tribunal Federal. (Foto: Reprodução)

De acordo com as investigações, um grupo ligado ao ex-mandatário brasileiro realizou a inserção de informações fraudulentas acerca de dados da vacinação contra Covid-19 no ConecteSUS para obter vantagens ilícitas. Após isso, retirou as mesmas informações do sistema.

Vale destacar que a PF identificou que os dados falsos foram inseridos poucos dias antes de Bolsonaro viajar aos EUA, em dezembro de 2022 – último mês de mandato como presidente.

Com informações do Diáriod do Centro do Mundo

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