Nesse momento de extrema tristeza, em que os restos mortais de Bruno Pereira e Dom Phillips fazem essa difícil parada em Brasília, não consigo parar de pensar na doída mensagem postada por Beto Marubo, líder indígena do Vale do Javari, nas redes sociais:
“Olá, pessoal, para mim, agora, é tempo de chorar, é tempo de luto, de nos reorganizar.Todas as aldeias de minha Terra, sete povos diferentes, decidiram fazer isso. O Brasil matou dois heróis brasileiros. E isso é anormal, não podemos aceitar essas aberrações. É medonho.”
É anormal que a nação que abriga a maior floresta tropical do planeta seja um dos países que mais mata lideranças indígenas, jornalistas e ambientalistas em todo o mundo.

É uma aberração que as mortes cruelmente matadas do indigenista Bruno Pereira e do jornalista Dom Phillips sejam tratadas com escárnio por este arremedo de mandatário que, por enquanto, nos toca engolir.
É medonho o trágico sentimento de profunda dor imposto à Beatriz Matos, esposa de Bruno; à Alessandra Sampaio, esposa de Dom; aos ameaçados povos indígenas do Vale do Javari e a todas as pessoas que, no Brasil e no mundo, se recusam a aceitar as mortes de tantas lideranças imprescindíveis, como Chico Mendes, Dorothy Stang, Maxciel Pereira dos Santos, Bruno Pereira e Dom Phillips.
Façamos deste nosso luto mais força para seguir lutando.
Paz e Bem!
JustiçaPorBrunoEDom
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