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Bolsonaro diz que a democracia “nunca esteve tão forte”

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1ª de abril ainda está longe…

Jair Bolsonaro foi às redes sociais nesta quinta-feira 20/II para dizer que… está tudo bem. Para ele, não há um projeto autoritário em curso:

Jair M. Bolsonaro@jairbolsonaro

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A democracia nunca esteve tão forte. 19,1 mil14:10 – 20 de fev de 2020Informações e privacidade no Twitter Ads5.832 pessoas estão falando sobre isso

Como mostrou o Conversa Afiada mais cedo, reuniram-se na última terça-feira 18/II o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes para debater o que veem como uma “escalada autoritária” de Jair Bolsonaro contra a imprensa, os governadores e o Congresso.

O mais incisivo no encontro, segundo reportagem do Estadão, foi Gilmar, que reclamou da “bonomia” (bondade, falta de maldade, leniência) com que instituições e setores da sociedade convivem com as agressões de Bolsonaro, que se tornaram praticamente diárias e dirigidas a um número cada vez maior de alvos.

Também nesta quinta 20/II, Luís Fernando Veríssimo definiu, em sua coluna no Globo, o projeto em curso:

Agora se entende por que Bolsonaro insistia em dizer que não houve um golpe em 64 nem uma ditadura militar nos 20 anos seguintes: ele queria montar o seu próprio regime militar, enchendo o Planalto de generais de fatiota que deixam seus tanques no estacionamento e entram pela rampa principal, rindo da gente. Implícita nessa original tomada do poder está a ideia imorredoura de que só uma casta iluminada, os militares, sabem governar um país.

O apatifamento de uma nação começa pela degradação do discurso público e pela baixaria como linguagem corriqueira, adotada nos mais altos níveis de uma sociedade embrutecida. Apatifam-nos pelo exemplo. Milícias armadas impõem sua lei do mais forte e mais assassino com licença tácita para matar. Há uma guerra aberta com a área de cultura, e a ameaça de um retrocesso obscurantista nas prioridades de um governo que ainda não aceitou Copérnico, o que dirá Darwin. Aumentam os cortes de gastos sociais, além de cortes em direitos históricos dos trabalhadores. Aumenta a defloração da Amazônia. Aumentam as ameaças à imprensa.

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