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“Só não quero ser preso”: a reação dos empresários golpistas em grupo de WhatsApp

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Mensagens de empresários em grupo de WhatsApp

Os empresários bolsonaristas que integram o grupo de WhatsApp “Empresários e Política” tiveram reações variadas após a publicação da reportagem do jornalista Guilherme Amado, do portal Metrópoles, que revelou a intenção deles de planejar um golpe de Estado caso o ex-presidente Lula (PT) saia vitorioso nas eleições deste ano.

Segundo o jornalista, os empresários regiram à repercussão da reportagem com mensagens irônicas e que demonstraram medo da prisão, além de sugerirem uma grande “debandada”, com mais 50 integrantes siando do grupo.

José Koury, dono do Barra World Shopping, no Rio de Janeiro, que foi alvo de busca e apreensão pela Polícia Federal nesta terça-feira (23) em sua casa, fez piadas no WhatsApp sobre o medo de ser preso.

“Já vi que o único babaca que respondeu fui eu. Kkkk. Só não quero ser preso”, disse ele, com um emoji de risadas.

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), ordenou mandados de busca e apreensão contra Koury e outros sete empresários do grupo para esta terça.

Os empresários foram procurados pela coluna na quarta-feira (17) e passaram a compartilhar estratégias de respostas que dariam.

Nas mensagens que foram divulgadas, Koury havia escrito que preferia um golpe ao retorno do PT. Ele também defendeu que, em caso da volta de uma ditadura, o Brasil não ficasse impedido de receber investimentos externos.

O empresário disse que manteria o que escreveu anteriormente: “Não podem querer nos constranger. Respondi e mantive minhas opiniões”, escreveu.

Carlos Molina, dono da empresa de auditoria Polaris, acredita que esteja sendo perseguido por uma “ditadura baseada no Poder Judiciário”.

“Vai ter de checar mensagens privadas de mais de 75 milhões de brasileiros. Se o que os cidadãos falam em conversas privadas de WhatsApp com família e amigos for alvo de ação judicial, então estamos entrando, de fato, numa Ditadura baseada no Poder Judiciário, onde escutas ilegais fazem parte dos métodos de perseguição ao cidadão”, afirmou.

Em resposta, Koury voltou a cogitar uma investigação contra ele. “De qualquer forma não devemos ter medo. As coisas que falamos refletem opiniões pessoais. A não ser que nos acusem de formação de quadrilha. De empresários kkkk”, disse.

Vários empresários saíram do grupo nos dias seguintes à publicação da matéria, muitos deles ainda não citados em reportagens.

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