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“Cumprir a lei é obrigação do Exército. Não tem mérito”, diz General Tomás Paiva

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Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) realiza audiência pública interativa para ouvir o ministro de Estado dos Direitos Humanos e Cidadania, para informar sobre as ações da respectiva pasta ministerial. Mesa: ministro de Estado dos Direitos Humanos e Cidadania, Silvio Almeida - em pronunciamento. Foto: Pedro França/Agência Senado
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Ministro dos Direitos Humanos e Cidadania, Silvio Almeida. Foto: Pedro França/Agência Senado

Na manhã deste sábado (23), o ministro Silvio de Almeida anunciou em suas redes sociais que acionou a Advocacia-Geral da União (AGU) para processar Sergio Moro. O senador pelo estado do Paraná divulgou uma fake news de que o governo Lula passaria a permitir que haveria banheiro unissex em todo o Brasil.

“Quem usa a mentira como meio de fazer política, incentiva o ódio contra minorias e não se comporta de modo republicano tem que ser tratado com os rigores da lei. É assim que vai ser”, publicou o Ministro no X (antigo Twitter).

O senador, por sua vez, reclamou da atitude do Ministro na mesma rede social.

Ele disse: “Temos um Ministro dos Direitos Humanos que se cala quando seu chefe Lula adula Putin e Maduro, ataca o TPI e ignora a importância de mulheres no STF. Mas está com tempo para ameaçar parlamentares por criticarem o Governo”.

Além do senador Sergio Moro, o deputado federal Nikolas Ferreira também aproveitou o assunto para propagar o assunto para seus seguidores. Mas, na verdade, ambos os políticos deturparam a publicação de uma nova resolução do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania.

Nesta quinta-feira (21), o órgão chefiado por Silvio de Almeida publicou uma resolução que “estabelece parâmetros para a garantia das condições de acesso e permanência de que tenham sua identidade de gênero não reconhecida em diferentes espaços sociais”.

Ou seja, essa resolução é uma série de sugestões para que tal público possa ser reconhecido de maneira respeitosa de acordo com sua identidade de gênero quando estão inseridos nestes espaços.

Para inibir as fakes news do assunto, a próprio Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania publicou um vídeo nas redes sociais. Nela, a secretária Nacional dos direitos das Pessoas LGBTQIA+, Larrat Symmy, explica a resolução.

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