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Apoiador da reforma da previdência Moro exigiu pensão à familiares para ser Ministro

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Na coletiva de imprensa de hoje, 24/04, em que anunciou sua demissão do cargo o juiz Sergio Moro declarou publicamente que só aceitaria o cargo como Ministro de Bolsonaro caso seus familiares recebessem uma pensão por parte do Estado, uma verdadeira troca de favores na política nacional.

Não é de hoje que sabemos que a “velha política” brasileira é pautada nas negociatas e nos acordos milionários – quando não bilionários – entre os poderes do regime. O que mais vemos são políticos e juízes com privilégios astronômicos por parte do Estado enquanto a classe trabalhadora e a maioria da população amarga taxas de desemprego altíssimas e risco de morte agora na pandemia com o colapso dos sistemas de saúde e uma política que encoberta infectados e mortos pela falta de testes e subnotificação.

As disputas internas entre essas alas golpistas, longe de serem divergências em termos de nos sacrificar para manter o lucro dos grandes capitalistas, trata-se de conflitos para saber quem perde e quem ganha mais no jogo da burguesia – e a população sempre como os “perdedores absolutos – e depende de uma série de fatores como o posicionamento dos militares, do congresso, sobre a atual situação.
Mas chama a atenção o quão mesquinha foi a barganha feita por Moro para assumir o cargo no Ministério, alegando que ao deixar a magistratura para adentrar a política perderia assim sua aposentadoria negociou com Bolsonaro que seus familiares recebessem uma pensão “especial”, pensão essa que não consta nas prerrogativas legais da constituição. Uma troca de favores para Bolsonaro surfar na base social golpista da lava-jato e se eleger na popularidade de Moro e esse deixar de ser um juiz do baixo claro para adentrar a “grande política” com superpoderes no executivo federal.

Chega de privilégios para essa casta togada que foi pilar fundamental do golpe institucional de 2016 e da manipulação das eleições em 2018, esses juízes não são eleitos pela população e acumulam privilégios e supersalários enquanto os trabalhadores recebem reforma trabalhista e da previdência vivendo em condições desumanas nesse sistema capitalistas. Somente uma Assembleia Constituinte Livre e Soberana, que concentre todos os poderes legislativo, executivo e judiciário, pode dar conta de varrer os escombros do regime em alteração que nada tem de democrático como diz Moro, um dos pivôs da ingerência política nos últimos anos. Que todos os juízes sejam eleitos e revogáveis, ganhando o mesmo salário que uma professora e instituindo o júri popular como prerrogativa para decisões legais no país.

Veja aqui o trecho da declaração do Moro:

Não é de hoje que sabemos que a “velha política” brasileira é pautada nas negociatas e nos acordos milionários – quando não bilionários – entre os poderes do regime. O que mais vemos são políticos e juízes com privilégios astronômicos por parte do Estado enquanto a classe trabalhadora e a maioria da população amarga taxas de desemprego altíssimas e risco de morte agora na pandemia com o colapso dos sistemas de saúde e uma política que encoberta infectados e mortos pela falta de testes e subnotificação.

As disputas internas entre essas alas golpistas, longe de serem divergências em termos de nos sacrificar para manter o lucro dos grandes capitalistas, trata-se de conflitos para saber quem perde e quem ganha mais no jogo da burguesia – e a população sempre como os “perdedores absolutos – e depende de uma série de fatores como o posicionamento dos militares, do congresso, sobre a atual situação.
Mas chama a atenção o quão mesquinha foi a barganha feita por Moro para assumir o cargo no Ministério, alegando que ao deixar a magistratura para adentrar a política perderia assim sua aposentadoria negociou com Bolsonaro que seus familiares recebessem uma pensão “especial”, pensão essa que não consta nas prerrogativas legais da constituição. Uma troca de favores para Bolsonaro surfar na base social golpista da lava-jato e se eleger na popularidade de Moro e esse deixar de ser um juiz do baixo claro para adentrar a “grande política” com superpoderes no executivo federal.

Chega de privilégios para essa casta togada que foi pilar fundamental do golpe institucional de 2016 e da manipulação das eleições em 2018, esses juízes não são eleitos pela população e acumulam privilégios e supersalários enquanto os trabalhadores recebem reforma trabalhista e da previdência vivendo em condições desumanas nesse sistema capitalistas. Somente uma Assembleia Constituinte Livre e Soberana, que concentre todos os poderes legislativo, executivo e judiciário, pode dar conta de varrer os escombros do regime em alteração que nada tem de democrático como diz Moro, um dos pivôs da ingerência política nos últimos anos. Que todos os juízes sejam eleitos e revogáveis, ganhando o mesmo salário que uma professora e instituindo o júri popular como prerrogativa para decisões legais no país.

Veja aqui o trecho da declaração do Moro:

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