
Não era nada difícil prever e, afinal, rompemos a marca dos 20% na inflação anual acumulada, com a divulgação do IPCA-15, que antecipa a inflação do mês de setembro.
O IBGE soltou o número, 1,14%, acima das expectativas do mercado (que previa 1,03%) é o maior índice para setembro em 27 anos, desde o lançamento do Plano Real.
A inflação acumulada em 12 meses alcançou a marca cabalística de “dois dígitos” e, onde a parca demanda deixar, vai influir sobre decisões de reajustes de preços, é claro.
Como o IPCA-15, diz o nome, computa preços até o dia 15 de setembro, o marcador da FGV sobre a inflação da terceira semana do mês é indicador da tendência, que segue em alta.
E forte, apontando para 1,27%.
Para o INPC, que mede a inflação para famílias de renda de até 5 salários mínimos e indexa o reajuste de beneficios, pensões e aposentadorias, a expetativa é ainda mais sombria. É que, dos 1,14 pontos percentuais do índice total, os três fatores que têm mais peso sobre a baixa renda (alimentação, transporte e habitação) responderam por 0,98 pontos.
A coisa não está fácil para terminarmos o ano com inflação menor que 9% no IPCA e 10% no INPC.
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