A apreensão de 39 quilos de cocaína na bagagem de um militar na comitiva de Jair Bolsonaro rumo ao G20 no Japão repercute na Europa.
O português Diário de Notícias disse que “a polícia espanhola deteve no aeroporto de Sevilha um militar brasileiro membro da comitiva à cimeira (conferência) do G20 no Japão do presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, depois de apreender 39 quilos de cocaína na sua bagagem”

O jornal português descreve o militar como “brasileiro de 39 anos que pertence a uma equipa (equipe) avançada da comitiva que acompanha o presidente brasileiro”. E que ele está “detido no aeroporto de Sevilha e está a aguardar (aguardando) por um juiz, o que deve acontecer nas 72 horas que seguem a detenção”.
O periódico atribui à imprensa brasileira a informação de que a detenção “ levou o Governo brasileiro a mudar a escala do avião do Presidente, que deveria ser feita também em Sevilha, para Lisboa”.
O espanhol El Independiente também destaca que o militar “formava parte de uma expedição avançada prevista à viagem programada ao Japão pelo presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, ao ser descoberto que portava supostamente 39 quilogramas de cocaína em uma mala que levava consigo”.
E explica que nesta quarta-feira o tribunal de justiça local ordenou sua prisão provisória, sem fiança “do homem preso ontem”, afirmando que ele possuía droga na mala e que é investigado por suposto crime contra a saúde pública. O jornal detalha que a droga estava dividida em 37 tabletes.
O El País, na versão espanhola, lembrou que “não é a primeira vez que membros da Aeronáutica brasileira usam sua condição de militares para traficar entorpecentes”. O principal periódico da Espanha recorda que no último mês de abril, “O Tribunal Superior Militar decretou a expulsão da corporação de um tenente pelo transporte de 33 quilos de cocaína numa aeronave da Força Aérea que se dirigia à França, com escala em Palmas de Gran Canaria”. A publicação espanhola lembra ainda que “outros dois colegas do tenente já haviam perdido o cargo por sua participação no caso”. Os fatos aconteceram em 1999 e o comandante foi condenado a 16 anos de prisão por integrar uma ‘rede especializada no tráfico internacional de cocaína’ servindo-se dos aviões da Força Aérea”.
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