
Entre os que têm renda familiar de até dois salários mínimos (R$ 2.424), a sensação de insegurança alimentar é de 38%. Para os que recebem acima de dois e até cinco salários (R$ 6.060), o percentual é de 14%. Para quem recebe até dez salários mínimos (R$ 12.120), ela diminui para 4%.
A quantidade insuficiente de comida é maior nas regiões Nordeste (32%) e Norte (30%). No Centro-Oeste e no Sul, o percentual é de 24%. O Sudeste tem a menor taxa (22%).
Entre os desempregados, 42% disseram que não tiveram alimento o suficiente (eram 38% em março). A insegurança alimentar afeta os que desistiram de buscar trabalho (39%), as donas de casa (38%) e os autônomos (27%).
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