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“Qualquer ajuste tem que recair sobre aqueles que têm mais condições”, diz Gleisi

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Ministra das Relações Institucionais defende que os mais ricos devem arcar com eventuais ajustes fiscais

247 – Em declaração firme ao Jornal Nacional, da TV Globo, a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, reagiu às previsões pessimistas sobre a situação fiscal do país e afirmou que qualquer medida de ajuste nas contas públicas deve ser feita com justiça social e tributária. “Eu não acredito em previsões catastróficas. Esse país está consolidando uma economia que vai levar ao desenvolvimento. E qualquer ajuste que possamos ou tenhamos que fazer nas contas públicas, e já fizemos vários, com certeza tem que recair sobre aqueles que têm mais condições, os mais ricos, os mais poderosos, os que pagam pouco imposto, para que não haja nenhum corte sobre o povo trabalhador”, afirmou.

A fala da ministra foi feita em meio ao debate sobre a derrubada do aumento do IOF, uma medida que reacendeu a discussão sobre como equilibrar o Orçamento da União sem comprometer os avanços sociais. Gleisi deixou claro que o governo não aceitará soluções que penalizem a população mais vulnerável, e reforçou o compromisso com o crescimento econômico inclusivo.Play Video

Nos bastidores do Congresso, o governo já vem adotando diversas medidas para reorganizar as contas públicas, como destacou o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Ele citou iniciativas como a revisão de políticas salariais, propostas para limitar supersalários, novas regras para benefícios assistenciais e mudanças no regime previdenciário dos militares. “Quantas você contou aqui? Já enchi a mão com as medidas, dentre outras… Estamos pensando o tempo todo nisso, mas com critério de onde fazer, como fazer, para não prejudicar quem precisa do Estado e olhando do andar de cima, olhando para as renúncias fiscais”, afirmou Haddad.

Entre os maiores desafios do orçamento estão os programas sociais e os benefícios vinculados ao salário mínimo, cuja valorização foi retomada no atual governo. Ainda assim, o governo sustenta que esse caminho é essencial para combater as desigualdades e garantir o bem-estar da população.

A mensagem de Gleisi é clara: o Brasil precisa de ajustes, mas eles devem ser justos e atingir quem mais pode contribuir, não quem depende do Estado para sobreviver. Em vez de cortes em áreas essenciais, o governo sinaliza que pretende enfrentar o problema fiscal com coragem política, enfrentando privilégios e fortalecendo a capacidade do Estado de investir no desenvolvimento e na inclusão.

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