Defesa vai tentar manter Bolsonaro em prisão domiciliar. Ex-presidente foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão num primeiro processo
O ex-presidente Jair Bolsonaro pode começar a cumprir a pena nos próximos dias.
A expectativa é que o ministro Alexandre de Moraes analise, com a mesma agilidade demonstrada no processo, os embargos de declaração — última possibilidade de recurso.
Não à toa, a defesa esperou o último dia do prazo (hoje) para ingressar com a peça, esticando por alguns dias a definição sobre onde ele será recolhido. As opções são: batalhão da Polícia do Exército, dependência da Polícia Federal ou o presídio da Papuda.
A defesa tentará mantê-lo em casa, alegando os problemas de saúde enfrentados por Bolsonaro. A hipótese é considerada improvável ao menos num primeiro momento.
O ex-presidente cumpre prisão domiciliar desde 4 de agosto, usa tornozeleira eletrônica e só recebe visitas com autorização de Moraes. Ele foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão acusado de tramar um golpe de estado para se manter no poder com a derrota eleitoral em 2022 para Lula.
Nenhuma das tentativas dos bolsonaristas para evitar o cárcere tiveram sucesso. O projeto da anistia foi engavetado e as sanções dos Estados Unidos contra o Brasil devem ser revistas por Donald Trump.
Bolsonaro é o quarto ex-presidente preso no Brasil desde a democratização. Antes dele, Lula, Michel Temer e Fernando Collor. Este último, em prisão domiciliar.
Com informações do Metrópoles
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