A família de Bolsonaro é exemplo vivo da metáfora do sepulcro caiado: limpo por fora, mas sujo por dentro; pois por mais que se possa embelezar o exterior de um sepulcro, em seu interior o que existe é putrefação.
Por essa razão, estampar o nome de Jesus em uma camiseta equivale a caiar o exterior.
Uma camiseta não pode limpar o envolvimento com milícias, que na prática significa envolvimento com o mundo bárbaro do crime.
O nome de Jesus utilizado como acessório apenas revela a fragilidade religiosa dessa família, que se beneficiou politicamente com a manipulação das massas fundamentalistas evangélicas, e nunca escondeu o desamor que sente pelos que nascem nas grutas, em manjedouras de abandono social e exclusão econômica.
O sobrenome Bolsonaro se tornou estigma de crimes!
Desde as redes sociais ao erário, da cultura brasileira à educação e saúde pública; este sobrenome significa retrocesso, atraso e política de morte.
Jesus passa ao largo dos corações que endeusam armas, balas, torturas, mortandade, porque Ele veio para que todos tivessem vida e vida em abundância.
O Nazareno nasceu para anunciar a Boa Nova, que sacia fome e mata sede, acolhe o imigrante e distribui um jugo suave nas histórias humanas.

Mas os falsos profetas se utilizam do seu nome para mentir, roubar e matar. Portanto, atentemos aos ensinamentos evangélicos, que fora do amor não encontra eco, que na violência não assenta base. Repudiemos essa família que desvirtua o sentido da fé em benefício de si mesma e dos seus interesses de dominação.
Jesus não arma, ama.
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