Presidente voltou a criticar a atuação de Eduardo Bolsonaro por sanções contra autoridades brasileiras
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a criticar o apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro ao tarifaço imposto por Donald Trump e disse, nesta segunda-feira (28/7), que o ex-adversário nas eleições de 2022 coloca “o Brasil acima de tudo, mas primeiro os EUA”.
A fala se dá em meio às negociações do tarifaço imposto pelo governo de Donald Trump que teria sido articulado pelo deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que se mudou para o Texas em março por temer que seu passaporte seria apreendido pela Justiça.
Em carta enviada a Lula, Trump critica as ações penais por golpe de Estado contra Bolsoanro e a atuação do Supremo Tribunal Federal (STF). Nas redes sociais, Eduardo disse que a decisão do governo dos EUA se deu depois de sucessivas reuniões que ele teve com a Casa Branca.
“O pai dele não merece o sacrifício do povo brasileiro. Ele não vai ser julgado pelo governo, vai ser julgado pela Justiça”, disse Lula durante a inauguração de uma usina termoelétrica no Rio de Janeiro.Play Video
Lula voltou a defender o diálogo com o governo dos EUA e disse esperara que Trump “reflita a importância do Brasil e resolva fazer aquilo que no mundo civilizado faz”. O governo Lula segue em tratativas com os EUA para chegar a um acordo comercial, mas sem tratar das ações na Justiça contra Bolsonaro.
“Senta numa mesa, coloca a divergência do lado e vamos tentar resolver. E não de uma forma abrupta, individual, tomar uma decisão de que vai taxar o brasil em 50%. Isso é o filho do coisa e o coisa que estão pedindo pra fazer. O cara que fazia campanha embrulhado na bandeira nacional. Brasil acima de tudo. E agora ele vai com a desfaçatez. Brasil acima de tudo, mas primeiro os EUA. [É] Uma falta de patriotismo”, disse.
Nas redes sociais, Eduardo Bolsonaro condiciona um recuo no governo norte-americano à aprovação de uma anistia “geral e irrestrita” e ao impeachment do ministro do STF, Alexandre de Moraes, mas esbarra em falta de apoio e desgaste contínuo no Congresso Nacional.
Com informações do Correio Braziliense
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