Volodymyr Zelensky se reuniu com primeiro-ministro canadense e recebeu apoio econômico as vésperas de cúpula com Donald Trump
O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, se reuniu neste sábado (27/12) com o primeiro-ministro canadense Mark Carney, que anunciou a destinação de US$ 2,5 bilhões em apoio econômico à Ucrânia. Tal montante será direcionado à reconstrução do país devastado pelo conflito.
Zelensky chegou a Halifax, no Canadá, nessa sexta-feira (27/12), em uma escala estratégica antes de seguir para os Estados Unidos para encontro com o presidente Donald Trump, previsto para domingo (28/12).
Carney classificou o ataque russo à Ucrânia na noite anterior como “bárbaro” e reforçou a necessidade de união internacional para garantir paz e reconstrução.
“O ataque bárbaro que vimos ontem à noite — o ataque a Kiev — mostra como é importante estarmos unidos à Ucrânia neste momento difícil. É preciso criar condições para uma paz justa e duradoura, além de apoiar a reconstrução genuína”, afirmou.
Zelensky, por sua vez, destacou que os ataques russos recentes são uma reação da Rússia aos esforços de paz de Kiev.


Conferência com europeus pré-encontro com Trump
Durante a visita, Zelensky anunciou que, após o encontro bilateral com Carney, realizaria uma conferência online com líderes europeus para alinhar posições antes da cúpula com Trump. Entre os pontos a serem discutidos, estarão concessões territoriais exigidas por Moscou, consideradas essenciais para encerrar o conflito, e garantias de segurança à Ucrânia.
O líder ucraniano confirmou que apresentará um plano de paz com 20 pontos, elaborado em conjunto com autoridades americanas, que já está “90% pronto”. O documento estabelece mecanismos de proteção contra novas agressões russas e medidas para a reconstrução do país.
A cúpula com o republicano ocorre em meio a negociações diplomáticas sensíveis. Trump vem adotando um tom crítico em entrevistas recentes, afirmando que Zelensky “não terá nada até que eu aprove”, embora também tenha demonstrado expectativa de que a reunião seja produtiva e tenha resultados concretos.
Mais cedo, o presidente russo Vladimir Putin declarou que, caso a Ucrânia não aceite resolver o conflito pacificamente, Moscou cumprirá “todas as tarefas do Distrito Militar Central pela força”, reforçando a postura inflexível da Rússia sobre os territórios ocupados desde 2022.
Com informações do Metrópoles
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