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Bolsonaro, Anderson Torres e oficiais da PM são poupados de relatório final da CPI do DF

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Parlamentares do Distrito Federal pedirão a autoridades do Judiciário o indiciamento de quase 140 pessoas por envolvimento nos atos golpistas

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Câmara Legislativa do Distrito Federal sobre os atos golpistas do 8 de janeiro pediu o indiciamento de 136 pessoas. Parlamentares decidiram não pedir punição a Jair Bolsonaro (PL), ao ex-ministro da Justiça Anderson Torres e oficiais da Polícia Militar (PM-DF). Além de ministro, Torres foi secretário de segurança do DF. 

Apoiadores de Bolsonaro invadiram o Congresso Nacional, o Supremo Tribunal Federal e Palácio do Planalto no dia 8 de janeiro, em protesto contra a vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na eleição do ano passado. A Procuradoria-Geral da República (PGR) fez 1.390 denúncias por envolvimento de bolsonaristas nos atos golpistas. 

Outra CPI, no Congresso, pediu no mês passado o indiciamento de Bolsonaro (PL) e aliados por tentativa de golpe de Estado. A comissão também pediu que sejam indiciados o general Braga Netto, candidato a vice-presidente na chapa de Bolsonaro e ex-ministro da Casa Civil e da Defesa; Anderson Torres; general Augusto Heleno, ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional de Bolsonaro; general Luiz Eduardo Ramos, ex-ministro da Casa Civil de Bolsonaro; e general Paulo Sérgio Nogueira, ex-ministro da Defesa de Bolsonaro. Entre as instituições para as quais o documento é encaminhado estão o Ministério Público Federal e a Advocacia-Geral da União (AGU).

Com informações do Brasil 247

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