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COM 72% DOS VOTOS, CHAPA 1 CUTISTA VENCE ELEIÇÕES DO SINPRO

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Com uma verdadeira lição de cidadania e democracia, os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais da rede pública de ensino foram às urnas, nos dias 29 e 30, para eleger a nova diretoria que coordenará o Sindicato dos Professores no Distrito Federal (Sinpro-DF) no próximo triênio (2019-2022). A apuração dos votos aconteceu na Associação Pessoal da Caixa Econômica Federal (APCEF/DF) e durou toda a madrugada desta sexta-feira (31).

Sob o lema “Com você já conquistamos. Por você conquistaremos muito mais!”, a Chapa 1 CUTista foi vencedora com 72% dos votos válidos. Outras duas chapas concorreram ao pleito:  a Chapa 2 “Educadores em Luta” e a Chapa 3 “Alternativa”.

Segundo o coordenador da Comissão Eleitoral, Douglas de Almeida Cunha, foram contabilizados 12% dos votos para a Chapa 2 e 16% para a Chapa 3, sendo 4% de votos brancos e nulos.

Reeleita, a diretora Rosilene Corrêa agradeceu às companheiras e companheiros, em nome da diretoria colegiada, por mais esse voto de confiança.  Para ela, a vitória representa o reconhecimento da importância do trabalho em equipe, especialmente, no momento em que a educação sofre constantes ataques.

“Nestes últimos três anos, o que vimos foi a perseguição proposital ao magistério público, com cortes na educação e desrespeito aos docentes. Passado o processo eleitoral, deixamos nossos cumprimentos aos membros das demais chapas pela disputa transparente. Agora, é o momento de mantermos a unidade e a luta em defesa das pautas de interesse da educação e dos direitos de todas as trabalhadoras e trabalhadores”, afirmou.

A Chapa eleita acredita que a experiência aliada à renovação, são ferramentas essenciais para barrar os retrocessos e enfrentar os desafios que estão por vir. Por esse motivo, mais de 40% da diretoria vitoriosa é composta por novos integrantes.

Para Mônica Caldeira, eleita para o seu primeiro mandato como dirigente sindical, o resultado nas urnas é a oportunidade de representar, de fato e de direito, a sua categoria profissional. “Os desafios estão postos e, agora, é o momento de resistir aos ataques. Estou muito empolgada para dar respostas à categoria e ser o amparo que eles precisam. A educação está sendo invadida e nós temos o dever de defendê-la como um todo: defender os interesses dos professores e, com isso, contribuir para melhorar a qualidade na educação. Não descasaremos até alcançarmos o ideal de educação que sonhamos”, contou entusiasmada.

Seguindo o mesmo raciocínio, outro membro da Comissão Eleitoral, Rodrigo Rodrigues, reafirmou a importância da eleição sindical e parabenizou a categoria pela participação. “Entendemos que esse processo foi totalmente democrático e legítimo. Para os próximos três anos, o objetivo é seguir firme, sempre em busca de uma educação pública, gratuita, laica e com a qualidade”, conclamou.

Ao todo, 44 dirigentes formarão a nova diretoria colegiada do Sinpro, sendo 39 diretores efetivos e cinco suplentes. A diretoria será composta por membros reeleitos e diretores que já estiveram à frente do Sindicato em gestões anteriores. Já outros, concorreram a eleição pela primeira vez e vão reforçar ainda mais a luta do Sindicato. Além destes, mais cinco integrantes farão parte do Conselho Fiscal.  Vale lembrar que a apuração para o Conselho ocorrerá no dia 5 de junho, na sede do Sinpro-DF.

Veja algumas das propostas da diretoria eleita:

Garantir o cumprimento integral do Plano Distrital de Educação  (PDE), em especial, a Meta 17, que trata da isonomia salarial; continuar a luta pela manutenção do direito à aposentadoria especial e pela ampliação do benefício aos pedagogos-orientadores educacionais;

Lutar pela a implantação do plano de saúde e de políticas de prevenção;

Realizar campanhas pela valorização da educação pública e gratuita;

Continuar a luta contra a reforma trabalhista, contra a reforma da Previdência e contra a Emenda Constitucional 95, que congela os investimentos em saúde e educação;

Combater o projeto “Escola sem Partido” e a militarização das escolas públicas;

Fortalecer a Gestão Democrática.

 

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