Descoberta foi feita pelo pesquisador João Cezar de Castro Rocha, que se infiltrou em grupos bolsonaristas.
O professor João Cezar de Castro Rocha, um dos maiores estudiosos da ascensão do fascismo no Brasil, conseguiu se infiltrar em grupos bolsonaristas e descobriu uma situação em que os bolsonaristas não encontram mais argumentos razoáveis para defender a “honestidade” de Jair Bolsonaro, após a descoberta de que ele e seus .
parentes compraram nada menos do que 51 imóveis pagando em dinheiro vivo. Confira:
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1. Como anunciei, fiz uma experiência no grupo bolsonarista de WhatsApp, no qual participo incógnito. 2. Reproduzi a matéria sobre a curiosa família que compra imóvel com dinheiro vivo; afinal, dinheiro bom é dinheiro vivo! 3. Pedi ajuda: como faço para defender o mito agora?

4. No início; silêncio. Logo, uma reação em cadeia (cadeia?!): inúmeras imagens da corrupção do PT: ataque é a melhor defesa. Até que… 5. Surgiu a orientação de um dos administradores do grupo. Deveríamos reproduzir a fala de bolsonaro. Mas qual fala? A resposta veio logo.
6. Manchete do jornal Valor Econômico. Mas veio um print e não o link, como sempre ocorre. Perguntei pelo link. O administrador disse que, dessa vez, era só mesmo para difundir esta imagem, associada com memes sobre Lula e PT. 7. Fui atrás do link, claro. Sabem o que descobri?

8. Ao abrir o link, logo abaixo da “resposta” de bolsonaro, levanta-se a lebre: pagamento em espécie é para lavar dinheiro! 9. Má-fé e autoengano: a própria definição do movimento, que se radicaliza numa intensidade inédita. Precisamos decidir tudo no primeiro turno. Vamos?

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