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Netanyahu fala em ‘ataque mortal’ e promete eliminar ‘todos os líderes houthis’

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“Pegaremos todos”, afirmou o primeiro-ministro

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, afirmou neste domingo (31) que forças do país asiático eliminaram a maioria dos líderes houthis do Iêmen e perseguirá os restantes.

“Com um ataque mortal, as Forças de Defesa de Israel [FDI] destruíram a maior parte do governo houthi e outros altos oficiais militares. Estamos fazendo algo que ninguém fez antes, e este é apenas o começo do ataque a altos funcionários em Sanaa. Pegaremos todos”, disse Netanyahu durante reunião governamental.

As FDI tentaram eliminar Abu Obeida, porta-voz da ala militar do Hamas, as Brigadas Al-Qassam, na Faixa de Gaza, no sábado (30). “Não sabemos o resultado final e espero que ele não esteja mais conosco. Gostaria de ressaltar que não há ninguém do lado do Hamas que possa esclarecer isso”.

No sábado, as FDI afirmaram ter atingido uma figura-chave do Hamas na área da Cidade de Gaza, ao norte do enclave.

As declarações do primeiro-ministro apontaram para a expansão de suas ofensivas no Oriente Médio. Israel comete o genocídio na Faixa de Gaza, onde, segundo o Ministério da Saúde local, mais de 63 mil pessoas morreram desde outubro de 2023 vítimas dos ataques das forças israelenses.

As ações em Gaza foram alvo, em dezembro de 2023, de uma queixa na Corte Internacional de Justiça (CIJ), apresentada pela África do Sul. Pretória pediu a adoção de medidas provisórias contra autoridades israelenses diante de ações consideradas genocidas.

A África do Sul alegou que os ataques e omissões de Israel no território palestino violam obrigações sob a Convenção para a Prevenção e a Repressão do Crime de Genocídio. Israel alega estar se defendendo de ataques terroristas e contesta a ação. O governo brasileiro declarou apoio ao processo sul-africano.

Em janeiro de 2024, a CIJ ordenou que Israel tomasse todas as medidas necessárias para prevenir o genocídio na Faixa de Gaza, punisse os defensores do genocídio contra os palestinos e garantisse o fluxo de ajuda humanitária para o povo de Gaza. Mas não obrigou Israel a interromper a ofensiva, como havia solicitado a África do Sul na ação judicial. Diversos países, incluindo o Brasil, apoiam o processo contra Israel.

Em novembro de 2024, a CIJ emitiu mandados de prisão contra o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, o ex-ministro da Defesa Yoav Gallant e lideranças do Hamas, citando crimes de guerra. Tanto Israel quanto o Hamas negam cometer crimes de guerra.

*Conteúdo originalmente publicado em Brasil 247

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