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Lula ao DCM e Tutaméia: “Não ponho tornozeleira. Isso é para bandido ou pombo-correio.”

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Em entrevista concedida a jornalistas dos sites DCM e Tutaméia, na manhã desta quarta-feira (5), na superintendência da Polícia Federal em Curitiba, o ex-presidente Lula falou sobre os desmontes na Educação praticados pelo governo Bolsonaro e a possibilidade de um impeachment, o direito de ir para o regime semiaberto. Lula falou ainda dos movimentos sociais, da imprensa e de seu compromisso com o povo brasileiroLeia trechos da entrevista. A íntegra será publicada na noite de hoje.

Do DCM

Depois de cumprimentar a todos, Lula se ajeita na cadeira, coloca uma pasta sobre a mesa e diz: “Vocês perguntem o que vocês quiserem”.

Com paletó preto e blusa branca de gola rolê, Lula fala do frio em Curitiba. Brincaria mais tarde que estava elegante. Antes de começar, Lula coloca uma pastilha na boca, gesto que se repetiria ao longo das duas horas e cinco minutos de entrevista — ele teve câncer na garganta.

Uma das primeiras perguntas foi sobre o impeachment de Bolsonaro. Ele é contra, embora considere o governo dele um desastre.

“O governo é essa desgraceira que é, mas não adianta a gente ficar se lamentando. A gente tem que brigar, brigar no Congresso Nacional, brigar no movimento sindical, brigar nas universidades. O que estão fazendo nas universidades é simplesmente jogar fora tudo que nós construímos, tudo. E foi muita coisa que nós construímos”, afirmou.

Insisto: Não seria o caso de impeachment?

Lula diz que o PT não pode fazer com Bolsonaro o que Aécio fez com Dilma Rousseff. Se houver crime de responsabilidade, que se investigue e depois disso, aí sim, se proponha o impeachment.

O ex-presidente lembrou que Bolsonaro foi eleito pelas regras do jogo que o PT aceitou.

Mas o processo foi viciado, já que ele não pôde participar.

Ao responder, Lula compara a situação à de um jogo de futebol. Se um time entra em campo, quando termina a partida e o adversário vence, o resultado não pode ser contestado.

Lula afirmou que o PT deve transformar o programa apresentado por Fernando Haddad na campanha eleitoral em projetos de lei, para indicar caminho para a retomada do crescimento. Também defendeu o fortalecimento das campanhas de rua e o apoio à greve geral marcada para dia 14.

Perguntei a Lula: O senhor acha que agora, com esta manifestação do Ministério Público, o senhor vai sair daqui?

Explica-se: Em manifestação ao Superior Tribunal de Justiça, a Procuradoria Geral da República se disse favorável à progressão de regime para Lula, o que significa que ele poderia ir para o semi-aberto, em que trabalharia de dia, e passaria a noite em estabelecimento penal próprio.

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