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À PF, Moraes disse que casal que o atacou em Roma esperava por uma “reação agressiva”

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Ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Foto: Carlos Moura/SCO/STF

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou que foi chamado de “comunista”, “bandido”, “comprado” e “fraudador de urnas” ao ser abordado por bolsonarista no aeroporto de Roma. A declaração ocorreu durante depoimento à Polícia Federal (PF) em julho. Com informações do Blog do Fausto Macedo, do Estadão.

A PF analisou as imagens das câmeras de segurança do aeroporto. Segundo um membro da corporação, o empresário Roberto Mantovani Filho “parece” ter batido com as costas da mão no filho do ministro, Alexandre Barci de Moraes.

O advogado Ralph Tortima Filho, que representa o empresário, disse que o relatório da PF contém apenas imagens “selecionadas” pela corporação. “Me parece contraditório o sigilo das imagens do aeroporto”, afirmou a defesa do bolsonarista ao Estadão.

De acordo com o relato de Moraes, ele foi abordado “aos berros” por Andreia Munarão, esposa de Mantovani, na entrada da sala VIP do aeroporto. O ministro afirmou que não testemunhou a agressão ao filho.

Imagem do inquérito da Polícia Federal (PF) com o suposto tapa do empresário Roberto Mantovani Filho em Alexandre Barci de Moraes, filho do ministro Alexandre de Moraes (STF). Foto: Reprodução

Moraes disse que avisou que iria fotografar os agressores para que fossem identificados e responsabilizados. “Ao longo dessa discussão, os agressores reiteravam as ofensas e realizavam gravações esperando uma reação agressiva”, diz um trecho do depoimento.

O ministro admite que, ao ser chamado de “bandido” por Alex Zanatta Bignotto, genro de Mantovani, “repetiu a mesma expressão em tom jocoso”.

O filho de Moraes também foi ouvido pela PF. Ele narrou que, quando Andreia começou a ofender o seu pai, “pediu respeito” e advertiu que “medidas legais cabíveis” seriam tomadas. Alexandre Barci afirmou que foi agredido por Mantovani quando tentou pegar o celular para fotografar o grupo.

Trecho do depoimento de Alexandre de Moraes à PF. Reprodução Estadão
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