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Grupo liderado por Aloizio Mercadante defende retomada de investimentos em refino e na indústria naval

A Petrobrás, que foi o motor dos investimentos públicos e privados no Brasil até a eclosão da Lava Jato, que criou as condições para o golpe de 2016 e para uma guinada de 180 graus na companhia, que passou a aplicar preços abusivos para remunerar acionistas, voltará a investir no futuro governo Lula. “A equipe que elabora o plano energético do governo Lula, eleito neste domingo (30), quer uma Petrobras de volta a áreas abandonadas por gestões anteriores, e com mais foco em expansão das atividades do que na remuneração aos acionistas. Defende ainda uma nova política de preços dos combustíveis e estuda a criação de um fundo de estabilização de preços, que limitaria repasses em caso de flutuações abruptas no mercado internacional”, aponta reportagem do jornalista Nicola Pamplona, da Folha de S. Paulo.

“A estratégia vem sendo discutida por especialistas ligados ao setor, reunidos em um grupo liderado pelo ex-ministro da Fazenda, Aloísio Mercadante. Lula já defendeu também a retomada dos investimentos em refino e de contratações junto à indústria naval brasileira, assuntos também deixados de lado após Temer. O plano de governo do PT fala em ‘abrasileirar’ os preços dos combustíveis, deixando de lado o PPI (Preço de Paridade de Importação) e considerando que parcela relevante dos custos de produção é feita em moeda nacional”, acrescenta o repórter.

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