BOLSONARO USA DADOS FAKE: Dados do governo Dilma quando o Brasil virou a 6ª economia global foram usados para favorecer Bolsonaro nas redes sociais
Por isso montou um exército de laranjas milicianos em seu gabinete e de seus filhos tão picaretas quanto o pai.
Do blog Falando Verdades:
O Uol mostra que uma notícia de 2011 foi usada no Whatsapp por apoiadores de Bolsonaro, para mostrar que o país “estava melhorando”
Uma notícia de 2011, durante o governo da presidente Dilma Rousseff, foi usada nas redes sociais principalmente no Whatsapp, como o UOL Conferiu, para dizer que o Brasil superou o Reino Unido e se tornou a 6ª maior economia do mundo. A notícia foi espalhada, principalmente no Whatsapp.
O UOL averiguou que a notícia foi compartilhada, como se fosse atual, também em grupos de Facebook. Segundo o texto, que vinha acompanhado do link, “essa seria a primeira que o país europeu ficou atrás de um país sul-americano”. O UOL encontrou a notícia sendo compartilhada em portais , que teriam ligação com publicação de fake news.
Os textos das correntes vinham acompanhados de elogios ao presidente Jair Bolsonaro e ao Ministro da Economia, Paulo Guedes.
A notícia é verdadeira, contudo, é do ano de 2011. O Brasil se tornou naquele ano, a 6ª maior economia do mundo, ultrapassando o Reino Unido, em dezembro de 2011, primeiro ano do governo Dilma Rousseff.
De acordo com o FMI, hoje o Brasil é a 9ª economia mundial , mostra a reportagem do UOL.
O texto confunde quem não tem olhares atentos, acreditando que a economia se tornou a sexta economia em 2019. A economia desse ano, no entanto deve crescer apenas 1,1%, segundo a agência de classificações Fitch Ratings. Recentemente, o jornal britânico Financial Times, colocou sob suspeita os dados econômicos do governo Bolsonaro.
A reportagem do jornal também cita, o resultado de um PIB “melhor que o esperado” no terceiro trimestre de 2019 e que há dúvidas entre analistas, sobre os números do governo.
Lula: em vez de nos escondermos em casa, temos de ir às ruas!
O Brasil não é do Bolsonaro, nem dos generais!
O presidente Lula publicou neste domingo 8/XII um vídeo em seu canal no YouTube para falar sobre diversos assuntos em alta neste momento: preço da carne, cobertura do Jornal Nacional sobre a farsa do “quadrilhão” e o pacote “anticrime” de Sergio Moro.
“No dia da acusação [pelo suposto “quadrilhão”] o Jornal Nacional deu 12 minutos e 30 segundos para a denúncia do Ministério Público. Na hora em que o juiz recusa a denúncia, a Globo dá apenas 52 segundos no Jornal Nacional”, disse Lula, reafirmando a perseguição do PiG ao PT.
Lula também falou sobre uma “vitória parcial”, após a Câmara dos Deputados recusar o projeto “fascista” anticrime de Sergio Moro, ministro da Justiça de Jair Bolsonaro.
“Ainda tem gente que não compreende, mas foi importante o comportamento dos setores de esquerda no Congresso, que votaram o projeto principal com as mudanças e depois votaram emendas não permitindo que o projeto fosse aprovado como o Moro queria. O Moro queria um projeto em que ele e a Polícia pudessem tudo e o povo não pudesse nada”, prosseguiu Lula, que parabenizou os parlamentares de esquerda que diminuíram “o apetite miliciano” nessa lei de “combate ao crime”.
Lula também disse que, aos poucos, o Congresso Nacional e a sociedade vão despertando para o real objetivo do governo Bolsonaro.
“As pessoas não querem participar do desmonte do Brasil, da destruição do Brasil”, afirmou.
“Não é possível que o Brasil seja o país que tem o maior rebanho de gado do mundo, que seja o maior produtor de proteína animal do mundo, mas que o povo pobre não possa comprar carne, porque o Brasil tem que exportar tudo, pouco se lixando para o hábito alimentar do povo”, disparou Lula, em referência à desenfreada alta no preço da carne.
“Não desanimem nunca! Em vez de ficar em casa se escondendo, temos que ir para a rua e dizer: o Brasil é nosso! Não é do presidente, não é de general, não é de economista. É do povo brasileiro! Não adianta a Bolsa estar alta se o povo não tem dinheiro; não adianta o PIB crescer se não tem distribuição de dinheiro; não adianta a gente falar em economia se a gente não fala em desenvolvimento, geração de emprego e distribuição de renda”, defendeu.
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