Começa a ganhar fôlego a discussão sobre a abertura de um processo de impeachment de Jair Bolsonaro. A OAB, considerada a principal entidade que poderia desencadear o processo, já debate internamente o tema e considera que seu andamento depende da pressão popular.
“É preciso abrir a discussão, porque os fatos [que envolvem Bolsonaro em eventual crime de responsabilidade] são graves. Mas o ritmo dela será ditado pelas ruas e pelo Congresso Nacional”, diz o presidente da OAB, Felipe Santa Cruz, informa a jornalista Mônica Bergamo em sua coluna na Folha de S.Paulo.
Lideranças que devem ter poder de decisão sobre o tema pensam a mesma coisa. E acreditam que, depois do início da campanha de vacinação contra o novo coronavírus, a mobilização popular pode tomar impulso.
O impeachment de Jair Bolsonaro já foi alvo de resolução dos partidos de esquerda e de entidades sindicais e estudantis no ano passado e entrou em pauta no início deste ano nas discussões entre os partidos progressistas e os líderes do “bloco do Maia” que lançou o deputado Baleia Rossi (MDB) à presidência da Câmara dos Deputados.
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