Da Redação.
O presidente Jair Bolsonaro referiu-se ao ex-presidente Lula, hoje, como “filho do capeta”, apesar de não nomeá-lo.
Bolsonaro revelou, brevemente, o que deve ser sua tática eleitoral em 2022: a demonização da esquerda em geral e do PT em particular, como fez o então candidato Fernando Collor em 1989.
Falando a apoiadores, Bolsonaro atribuiu a Carlos Lamarca a morte, a coronhadas, do tenente PM Alberto Mendes Junior, durante a ditadura militar — e tentou estabelecer um nexo entre a resistência à ditadura e o ex-presidente Lula.
“Se esse cara voltar nunca mais vai sair”, disse o ocupante do Planalto.
Pesquisa recente do Datafolha, feita presencialmente, sugeriu que se a eleição fosse hoje Lula bateria Bolsonaro por 55% a 32% no segundo turno.
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