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África do Sul criará sistema de alerta precoce para desastres naturais

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A África do Sul também continuará a implementar as iniciativas climáticas dos presidentes anteriores do G20

O governo da África do Sul iniciou o desenvolvimento de um sistema nacional de alerta precoce para desastres naturais, com previsão de implementação até o final de 2027. A informação foi dada pelo ministro de Gestão Cooperativa e Assuntos Tradicionais, Velenkosini Hlabisa, durante uma reunião ministerial do G20 realizada na Cidade do Cabo, com foco na redução dos riscos de desastres naturais.

Hlabisa ressaltou que a iniciativa tem como objetivo salvar vidas e combater os impactos das mudanças climáticas, conforme a nota publicada no site da presidência sul-africana no G20.

“Este plano demonstra nossa disposição em agir proativamente, utilizando tecnologias avançadas e análise de dados para garantir uma resposta antecipada aos riscos ambientais e desastres naturais. Buscamos tornar o alerta precoce uma prática cotidiana, contribuindo para um mundo mais seguro”, afirmou.

O ministro também informou que a África do Sul continuará a implementar as iniciativas climáticas dos presidentes anteriores do G20, da Índia e do Brasil. Para coordenar essas ações, será criado um grupo de trabalho com a participação dos três países. Em 2026, está prevista uma negociação sobre o financiamento de projetos ambientais em Durban.

Além disso, em parceria com o Banco Africano de Desenvolvimento e outros países, a África do Sul lançará um projeto-piloto em três municípios, com foco no treinamento para situações de emergência.

Essas iniciativas da África do Sul estão alinhadas com as decisões tomadas pelos líderes do BRICS na recente cúpula realizada no Rio de Janeiro. A declaração final do encontro ressaltou a importância de desenvolver a cooperação na redução dos riscos de desastres naturais. Durante a cúpula, foi adotado um plano de trabalho para o período de 2025-2028, que inclui a criação de sistemas de alerta precoce, o desenvolvimento de infraestrutura resiliente e a proteção de grupos vulneráveis.

Conteúdo originalmente publicado em TV Brics

*Com informações do Brasil de Fato

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