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Medida do governo Lula permite que mães empreendedoras do turismo suspendam parcelas de financiamentos

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Empresárias poderão adiar parcelas de financiamentos por até seis meses; medida busca reduzir desigualdades no acesso ao crédito para mulheres no setor

247 – Empreendedoras do setor de turismo que se tornaram mães recentemente terão condições especiais para acessar recursos do Fundo Geral de Turismo (Novo Fungetur). O Ministério do Turismo anunciou que empresárias individuais, microempreendedoras individuais (MEI) e donas de negócios constituídos como sociedade limitada unipessoal poderão suspender, por até seis meses, os pagamentos de financiamentos contratados e postergar, pelo mesmo período, a quitação da primeira parcela de novos empréstimos. As informações são da Agência Sebrae de Notícias. 

A iniciativa busca oferecer mais suporte financeiro a mulheres que enfrentam desafios para manter seus negócios ativos após a maternidade. Segundo a diretora de Administração e Finanças do Sebrae, Margarete Coelho, a medida complementa esforços para ampliar o acesso ao crédito para empreendedoras, reduzindo desigualdades estruturais no setor. “Essa ação se soma a iniciativas como o Acredita Delas, que oferece aval de 100% para operações de crédito voltadas ao público feminino, além de promover educação financeira e orientação especializada”, explica.Play Video

A dificuldade de acesso ao crédito por mulheres empreendedoras ainda é um desafio no Brasil. “Apenas 29,4% do crédito concedido no país beneficia empresas lideradas por mulheres. E, quando conseguem obter empréstimos, elas enfrentam taxas de juros, em média, 4 pontos percentuais mais altas do que as aplicadas a empresas geridas por homens”, aponta Margarete Coelho.

Para a diretora do Sebrae, facilitar o acesso das mulheres ao crédito impacta diretamente a economia e o desenvolvimento social. “Negócios liderados por mulheres têm um efeito multiplicador, gerando impacto positivo na comunidade e incentivando outras mulheres a empreenderem. Isso fortalece a produtividade e fomenta um crescimento econômico mais inclusivo”, afirma.

O turismo é um dos setores em que as mulheres têm forte representatividade. “Já são mais de 10 milhões de mulheres empreendedoras no Brasil, e cerca de 57% dos negócios turísticos do país são liderados por elas. Medidas como essa são muito bem-vindas para garantir que elas tenham condições de continuar crescendo”, destaca Margarete.

Além do apoio financeiro, o Ministério do Turismo também lançou, em parceria com a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH Nacional), um benefício voltado para mulheres que viajam sozinhas: um desconto de 15% em hospedagens. A iniciativa faz parte do compromisso firmado com a ONU Mulheres para promover a equidade de gênero e o empoderamento feminino no setor.

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