Nesta semana que o Brasil passou da marca de 1 milhão de casos confirmados de covid-19 e os 40 mil mortos, o presidente Jair Bolsonaro enfrenta mais um domingo marcado por manifestações contra e a favor de seu governo. Com a prisão do ex-assessor parlamentar de seu filho – o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) – Fabrício Queiroz.
As manifestações contra o governo de Jair Bolsonaro começaram acontecer após o início da pandemia de covid-19. Por discordar da postura da Organização Mundial de Saúde (OMS) e também do próprio Ministério da Saúde (MS) – à época comandado pelo ministro Luiz Henrique Mandetta (DEM-MS) – o presidente adotou uma postura de que era preciso praticar o isolamento vertical, ou seja, ficaria em casa cumprindo quarentena apenas as pessoas que são consideradas público de risco da doença, como idosos e pessoas com doenças cardíacas.
Por outro lado, a OMS e o MS apregoavam na ocasião que era preciso praticar o isolamento social horizontal, onde todos, sem distinção tivessem que ficar em casa. Essa medida colocou milhares de trabalhadores em casa e fechou centenas de pontos de comércio e de fábricas. A economia foi ao chão e para não prever uma catástrofe maior, o governo federal foi preciso entrar em cena para socorrer os bancos – a quem de R$ 1,2 trilhão para liquidez ao sistema financeiro – e R$ 600 ao trabalhador informal – além do Benefício Emergencial (Bem) a trabalhadores com carteira assinada.
Veja o vídeo abaixo em que o jornalista Jeová Rodrigues comenta sobre o momento político atual e sugere: “peça desculpas, Bolsonaro, e saia”.
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